A polêmica estaria ardendo na Fogueira da Santa Inquisição se estivéssemos no século 16! O confronto novamente é revelado. Cientistas e religiosos divergem em suas opiniões.
Células-tronco estão sendo utilizadas para fins terapêuticos. O avanço tecnológico sem dúvida é gloriável. Galgar com êxito enfermidades incuráveis é elevar a qualidade e estimativa de vida da população. É dar vida a um número incontável de pessoas.
Por outro lado, utilizar células-tronco embrionárias acarretaria ao extermínio do embrião. Ponto altamente criticado e divergente de opiniões. A essência da polêmica em si é a incógnita do início da vida. Utilizar um embrião criado “in vitro” em fase de blastocisto que será descartado é matar um indivíduo? Depende do ângulo de visão.
Discutir sobre o momento do início da vida é algo abstrato, pois trata-se do ato personificado. O sobressalente nas polêmicas são ideologias individuais, as quais não devem mover uma nação.
Vanessa Boldarini de Godoy - estudante - RG 33.701.818-2