07 de julho de 2026
Ser

Com licença...

Consultoria: Glorinha Braga Ortolan*
| Tempo de leitura: 2 min

Amigos

Será que para conservar uma amizade nos utilizamos das boas maneiras? Eu não tenho dúvidas. Não somente para conservar uma amizade, mas também um emprego, uma sociedade, enfim, a união de duas ou mais pessoas.

A amizade se inicia quando o sentimento envia uma mensagem feliz ao coração.

Existem amigos que, pelo simples fato de neles pensarmos, um sorriso se esboça em nossos rostos.

Outros, distantes, que os encontramos raramente, mas que deles nos lembramos sempre.

Amigo pai, amiga mãe, amigos irmãos, presentes de Deus. Além de afeição, têm a nossa gratidão.

Lembram-se do amigo da escola? Quantos lanches trocados, quantas confidências e o deslumbramento da descoberta da vida? Feliz de quem conservou essa amizade. Afinal, durante muitos anos estivemos juntos, algumas vezes sorrindo, outras chorando.

E os amigos do peito... amigos sinceros e verdadeiros que nos conhecem tão bem. Até parece que adivinham o nosso pensamento.

Ah! E o amigo que faz brilhar nosso olhar, sentir um friozinho na espinha e transformar nosso mundo em um arco-íris, colorido e encantado? O amigo namorado que muitas vezes se torna o nosso companheiro pelo resto da vida.

Com o progresso, na era tecnológica, ganhamos os amigos virtuais. Não sabemos quem são, como são, mas alguns até já constam da nossa lista da estima.

Existem, também, os amigos de “Carnaval”, que encontramos, rimos, fizemos planos e ... nunca mais nos vimos. Se nos encontrarmos novamente, traremos aquele tempo para o presente.

E aqueles que já partiram e continuam nossos amigos através das muitas lembranças que deixaram... Mas que bom que fomos amigos.

O amigo vizinho que se transforma em parente. Nos socorre, nos consola, divide um pedacinho de bolo, leva uma cebola e até ajuda a educar os nossos filhos.

A amizade não tem raça, idade, cor. Tem sentimento, ternura, respeito, dedicação, benevolência e amor.

Embora não se compre um amigo, ele é o maior tesouro que alguém possa ter.

Amigos, trate-os com gentilezas, flores, carinho, gratidão e muitos abraços.

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Como chegar a um acordo na escolha de um prato do menu quando todos vão comer a mesma coisa? (Kelly) Resposta: A melhor opção é consultar o maitre ou o chefe de cozinha. Dependendo do número de pessoas e do gosto de cada um, ele, certamente com mais experiência no assunto, indicará o prato a ser servido.

Como devo escolher o cardápio para o jantar no dia do meu aniversário? (Sandra) Resposta: A escolha do cardápio depende do número de pessoas, do serviço utilizado, da situação financeira e até do clima. O importante é que seja composto pela entrada, prato principal (pelo menos dois) e sobremesa.

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* Educadora e consultora de etiqueta social e profissional e autora dos livros “Educação e Requinte” e “Com Licença ... preceitos de civilidade e cidadania”

www.educacaoerequinte.com.br