O Pan 2007 acabou domingo sem nenhum recorde mundial. O Pan começou com vaias a Lula e terminou sem ele. Agora deve começar o outro lado do Pan, por exemplo, se é válido financiar passagens de avião para todos as delegações com dinheiro público, como foi feito.
Algo que nem os EUA que tinham Santo Antônio como concorrente toparam pagar. A distância entre os cerca de R$ 400 milhões da previsão inicial e os mais de R$ 3,5 bilhões gastos é tão enorme que não pode ser erro de cálculo. Falo do dinheiro público, num país e numa cidade, Rio de Janeiro, cujas carências são gritantes.
A hipocrisia é essa. O governo não consegue resolver os problemas da favela, educação, segurança, saúde, mas rapidamente arruma bilhões num evento cujos resultados são totalmente incertos.
Carlos Iunes - engenheiro - RG 8.859.121