A distância entre o Aeroporto Internacional de Santiago e a estação de esqui Valle Nevado é de apenas 60 km, ou seja, fica no coração da Cordilheira dos Andes, ao lado da bela Capital chilena, emoldurada por duas cadeias montanhosas. Oferece 37 pistas que, juntas, somam 39 quilômetros e estão distribuídas em 9.000 hectares, com altitudes que chegam a 3670 metros, além de 12 meios de elevação e um snowpark.
Todos os pacotes para Valle Nevado de no mínimo sete noites incluem hospedagem com meia-pensão (café da manhã e jantar), acesso à Internet Wi-Fi (nos quartos do Hotel Valle Nevado e nas áreas públicas dos três hotéis), acesso à piscina climatizada e sala de ginástica, après ski (happy hour depois do esqui nos bares Valle Lounge e Puerta del Sol, das 16h às 18 h), drinque de boas vindas e guarda de equipamentos.
Quem se hospedar nos hotéis Valle Nevado ou Puerta del Sol ganha, ainda, aulas coletivas de esqui ou snowboard, para hospedagens de no mínimo cinco noites e uma massagem. Para quem programa visitá-la em setembro, uma dica: de 22 a 29 de setembro, a estação sediará a Copa do Mundo de Snowboard, reunindo a nata do esporte mundial.
O resort forma a maior superfície esquiável do hemisfério Sul, já que suas pistas são interligadas às de La Parva e El Colorado, dois centros próximos. A região oferece algumas das montanhas mais lindas e intocadas do mundo. Ao todo, são 107 quilômetros, distribuídos em 34 pistas, que proporcionam diversão para todos os níveis de esquiadores.
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Chillán
Bem mais longe que Santiago – no Sul do Chile -, fica Chillán, uma mistura de estação de esqui e spa com águas quentinhas, termais. Faz tanto frio nessa época que suas montanhas passam meses soterradas por camadas grossas de gelo que chegam a dois metros de altura.
Embora suas pistas de esqui tenham feito sua fama, Chillán oferece em qualquer época do ano bons passeios e paisagens de tirar o fôlego. Por conta da integração da paisagem montanhosa com os vulcões gêmeos Novo e Velho.
No inverno é quase impossível chegar próximo ao topo por conta do gelo que escorrega e do ar que se faz rarefeito. Mas no verão a proeza é possível para quem está bem preparado fisicamente. O acesso se dá pelo mesmo teleférico, que está em plena atividade no inverno, transportando os esquiadores da sede do balneário às pistas. Depois da subida serão ainda necessárias três horas de caminhada para chegar ainda mais próximo aos vulcões, a mais de 3.100 metros de altura.
O vulcão Novo, que continua em atividade e cuspiu fogo pela última vez há 25 anos, é o responsável por abastecer com águas quentes as piscinas do hotel. Um lugar para relaxar – o hotel oferece sessões de fangoterapia, tratamento com lama vulcânica quente e mesas de massagem - e se preparar para o jantar de logo mais, regado aos melhores vinhos chilenos.
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Portillo e Pucón
Um pouco mais distante de Santiago fica Portillo, bem na divisa entre o Chile e a Argentina, na Cordilheira dos Andes. É o paraíso de esquiadores premiados, que exigem pistas perfeitas. Distante 164 km da Capital, essa estação pioneira do Chile está situada na região de algumas das montanhas mais altas dos Andes. A cada temporada surpreende com novos equipamentos, novas semanas temáticas, novos desafios, mantendo sempre o mesmo charme e glamour que a consagraram há mais de meio século.
Ao contrário de Portillo, cujo maior atrativo são as pistas de esqui, Pucón oferece muito mais que neve aos visitantes. A graciosa cidade, que tem como cartão de fundo o imponente vulcão Villarica, brinda o visitante com um comércio movimentado, onde o quente é comprar peças de lã, de couro, flores de madeira e tomar sorvete dos mais variados sabores.
Tem hotéis premiados como o Hotel Del Lago Spa Resort & Cassino (www.hoteldellago.cl), o Grand Hotel Pucón Resort & Club (www.granhotelpucon.com) e o Antumalal (www.antumalal.com) e uma agenda repleta de esportes radicais. Quem cansar das ousadas manobras na neve pode praticar rafting, mountain bike, trekking, cavalgada e até pescaria nos lagos da região.
Pucón lembra uma cidadezinha da Serra Gaúcha, tamanho o capricho. É limpa, cheia de flores, aconchegante. E está situada num dos trechos mais belos do Chile, quase na divisa com a Argentina (870 km de Santiago).
Pertencente à 9.ª Região Administrativa, fica no meio de uma sucessão de pequenas propriedades agrícolas onde a criação de gado, carneiros, javalis e galinhas garante o sustento familiar. Cenários para encantar os visitantes tanto a caminho das termas de águas quentes aquecidas pelas larvas profundas do vulcão quanto em direção à sua famosa estação de esqui.