Das pessoas que votaram na pesquisa que está há semana no site do Jornal da Cidade, mais de 60% indicaram livros do gênero auto-ajuda como os que mais marcaram suas vidas. Encabeçando a lista, está o livro de Paulo Coelho “O Alquimista”, um romance repleto de lições místicas.
Em seguida, vêm “O Monge e o Executivo”, de James C. Hunter, e “Pais Brilhantes Filhos Fascinantes” , de Augusto Cury, ambos de auto-ajuda, e por fim o realismo fantástico de Gabriel García Márquez em “Cem Anos de Solidão”.
Paulo Coelho ainda foi citado em “Brida” e “O Caminho de Santiago”. Outros leitores lembraram de obras importantes da literatura brasileira, como “Auto da Compadecida”, de Ariano Suassuna; “Morte e Vida Severina”, de João Cabral de Melo Neto; e “As Meninas”, de Lygia Fagundes Telles.
O clássico “Pollyanna”, de Eleanor H. Porter, também foi bem votado. Outras obras que marcaram a vida dos leitores foram: “Confesso que Vivi”, de Pablo Neruda; “Terras do Sem Fim”, de Jorge Amado; “São Bernardo”, de Graciliano Ramos; “Morangos Mofados”, de Caio Fernando Abreu e “Risíveis Amores”, de Milan Kundera.