08 de julho de 2026
Ser

Com licença...: Reverenciando os pais

Glorinha Braga Ortolan*
| Tempo de leitura: 2 min

Certa vez ouvi de uma grande amiga um relato que, para mim, foi uma lição de vida. Era sobre uma família de orientais, muito humildes, com poucos recursos financeiros, mas com muita sabedoria, o que vale mais do que muito dinheiro. A casa era de chão batido, isto é, de terra, sem assoalho. O dinheiro ganho era destinado, com prioridade, à alimentação e à educação dos filhos.

Com o passar do tempo, os filhos terminando seus estudos já ajudavam na manutenção da casa. Todos se formaram em universidades.

Além da família – pais e filhos –, morava ali o pai do dono da casa, idoso e com boa saúde. Era considerada a pessoa mais importante. Podia faltar alguma coisa para os demais componentes da família, mas para o avô nada podia faltar. Seu quarto era assoalhado, tinha cortina, colcha na cama, tapete e todo conforto que pudermos imaginar.

Neste Dia dos Pais, faço uma reverência a esta família, a qual jamais conheci.

De nada adianta presentes, palavras bonitas somente no dia de hoje se durante o ano o pai não recebeu o carinho e o respeito.

Realmente, um presente agrada, supre uma necessidade e demonstra afeto. Mas, mais do que o presente, a presença, o abraço, o beijo e a dedicação são mais esperados e recebidos com alegria e agradecimento.

Tive a felicidade de ter um pai que me mostrou que eu podia até brigar com ele para não brigar com a vida. Os seus braços eram muito maiores do que aparentavam, pois me abrigavam em todas as circunstâncias, não me deixando machucar. Deixou ensinamentos que nesses 62 anos de vida muito me valeram e ainda valem. Agradeço a Deus por tê-lo me emprestado por tantos anos.

Neste Dia dos Pais, envio um pensamento a todos os pais, com muito carinho e respeito, pedindo ao Criador que os iluminem na nobre missão de fazer com que seus filhos sejam pessoas dignas.

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Em uma reunião de prefeitos municipais, quem preside a solenidade? (Paulo)

Resposta: Os prefeitos municipais têm sua precedência determinada pelo número de habitantes de cada município, portanto o prefeito da cidade com maior número de habitantes é quem deve presidir a solenidade.

É deselegante servir em um casamento cerveja de lata? (Ana)

Resposta: Realmente, não é elegante servir bebidas em latas em um casamento. Prefira as garrafas. Não esquecer de limpá-las para não sujar as toalhas.

* Educadora e consultora de etiqueta social e profissional e autora dos livros

“Educação e Requinte” e “Com Licença ... preceitos de civilidade e cidadania” www.educacaoerequinte.com.br

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