• Versão reduzida
A Toyota pretende iniciar a produção de um minicarro de baixo custo. O projeto foi revelado pelo próprio presidente da montadora, Fujio Cho. O modelo poderá ser construído no Brasil, em uma nova planta que a marca deve inaugurar no país. Além disso, Fujio anunciou a construção de uma nova unidade fabril na cidade de Bangalore, na Índia. A fábrica, que terá capacidade de 100 mil unidades/ano, também concorre para abrigar a linha de montagem do minicarro. A construção do pequeno automóvel da montadora japonesa seria uma resposta à empresa indiana Tata, que anunciou a construção do automóvel mais barato do mundo, custando algo em torno dos R$ 5 mil. Especula-se que Renault, Volkswagen e Fiat também trabalham em projetos mais “em conta”.
• Viscosidade sentimental
Um grupo de 20 pesquisas feita em todos os mercados em que atua fez a fabricante de óleos Castrol mudar a forma de ver os clientes. A empresa, que sempre buscou argumentos racionais, decidiu se render a motivações emocionais para promover seus produtos. Nas pesquisas qualitativas – com grupos de discussão – a Castrol constatou que cada vez mais o consumidor tem uma relação emocional com o próprio carro. Além de mudar a abordagem e o mote de seus anúncios, a Castrol decidiu modificar as embalagens da gama de lubrificantes GTX – a mais vendida da marca –, para tornar a comunicação com os clientes mais direta. Os frascos agora têm diferentes colorações para indicar qual óleo é mais simples e qual é o produto mais sofisticado. O GTX básico, por exemplo, tem frasco na cor branca, seguido pelo GTX Alta Quilometragem, com embalagem verde, e pelo GTX 1000, para uso específico em motores 1.0 litro, que tem a garrafa cinza escura. Considerados os “mais nobres”, o GTX Special ganhou um frasco cinza claro e o GTX Magnatec, topo de linha da Castrol, aparece com embalagem prata. Além das colorações, os lubrificantes também ganharam novos rótulos com desenho mais moderno e mais informações técnicas.