Quando FHC aprovou a CPMF ele dizia que um desconto de “zero vírgula trinta e pouco no cheque ninguém iria sentir”. O futuro mostrou ser diferente. As dificuldades atuais de aprovação da CPMF na Câmara e no Senado estão aí para comprovar. E tem mais. O esforço para evitar o pagamento da CPMF tem levado a sociedade a utilizar cheques pré-datados como moeda sonante. O “voador” fica a circular de uma transação para outra e o governo fica chupando o dedo. Por exemplo: levei o carro para uma revisão e a conta saiu mais cara do que eu esperava. Resolvi procurar o dono:
- Me facilita isto em três vezes.
- Não tem problema! Me dê três cheques “balão” que eu os envio para quitar dívidas com as fornecedoras de Auto-peças...
Enviada por Rui Bertoti