10 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Silêncio, por favor!


| Tempo de leitura: 1 min

Referindo-me à carta da sra. Alexandra Siqueira, sobre seus percalços com aqueles que insistem em destruir os tímpanos próprios e alheios, venho endossar as observações da professora sobre o comportamento impróprio de cidadãos (se é que podemos chamar assim) que não têm um mínimo de “semancol” a cada vez que ligam um rádio, fazem uma festa ou promovem eventos que vêm perturbar o sossego da gente. Eu mesma, sábado p.p., precisei lavrar um BO (pela décima vez) contra a poluição sonora que um certo banco promoveu nos arredores de minha casa.

Sabe o que são três dias tendo que aguentar uma pessoa ao microfone e tendo ao fundo música de péssima qualidade das 8h30 às 18h, sem parar? E que ao ser abordada pelos policiais, justificar isso como “tendo alvará” da prefeitura? O pior é isso: a própria prefeitura concede o alvará, mas não fiscaliza o volume do som.

O que se pode fazer? O “alvará” significa que as pessoas estão liberadas para serem mal-educadas por quanto tempo quiserem? Com a palavra as autoridades competentes.

Eny de Mattos Vieira