Edite Francisquine Lourenço, mãe do mecânico Jorge Luiz Lourenço, se opõe às afirmações da advogada Fernanda Cabello Magalhães, que defende os policiais denunciados pelo Ministério Público por homicídio doloso. Lourenço afirma que a hipótese da advogada é uma calúnia contra seu filho. “Meu filho sempre trabalhou, nunca teve envolvimento com drogas ou armas. Nem a droga nem a arma que disseram estar com ele foram encontradas” diz.
Ela ainda aponta que na hora da suposta fuga dos internos do Instituto Penal Agrícola (IPA), o filho estaria trabalhando. “Eu, como mãe, estou fazendo um apelo para que não denigram a imagem de meu filho”.
Na matéria “MP denuncia 3 PMs no caso Jorginho”, publicada ontem no JC, Magalhães afirma que “(...) o rapaz se evadiu do local e não foi somente pela falta de documentação. Era por estar armado e envolvido em uma fuga do Instituto Penal Agrícola”. O mecânico foi atingido na cabeça por um projétil disparado pela Polícia Militar (PM) após tentar fugir de um cerco em 5 de abril.