O Partido dos Trabalhadores (PT) decide somente após o próximo dia 19 se as eleições que definirão os integrantes do diretório municipal, prevista para ocorrer em 2 de dezembro, terão uma chapa de oposição. Isso porque, na sexta-feira, esgotam-se as possibilidades de recursos para as definições dos nomes que concorrerão aos cargos.
Atualmente, se inscreveram duas chapas para disputar as eleições internas no PT. Uma é liderada por Alecssandro Bússola, ligado ao vereador José Carlos de Souza Pereira (PT), o Batata, de quem já foi assessor, e à atual presidente do diretório petista, Estela Almagro.
A outra chapa, de uma ala considerada radical do PT, tem como candidato à presidência Jorge Moura, que ontem aguardava o julgamento de um recurso em uma esfera do partido em Brasília em virtude de um possível problema de filiação na legenda. Apesar disso, Moura garantiu que, mesmo que seu nome não seja aceito para disputar a presidência, um outro será indicado e a chapa, que a exemplo da de situação já estaria homologada, concorrerá nas eleições.
No entanto, a reportagem do JC não conseguiu confirmar a informação da homologação da chapa de oposição com Estela Almagro.