08 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Reflexão sobre a história


| Tempo de leitura: 3 min

Ao assistir o Fantástico de domingo (14/10) sobre a história do Brasil gostaria de oferecer uma reflexão. O golpe de Estado promovido pelos republicanos em 15 de novembro de 1889 era justificado pelos “desmandos” do governo imperial, além do fato dos grandes usineiros e barões do café terem aderido à causa republicana devido a abolição da escravatura assinada pela princesa Isabel em 13 de maio do mesmo ano.

O que chama a atenção é a bandeira anti-corrupção defendida pelos republicanos. Mas observamos que o tempo é um grande professor e que, se lançarmos um olhar crítico, veremos que fomos enganados pelos republicanos e que o povo brasileiro comprou gato por lebre. Os fatos a seguir mostram o quanto fomos enganados nestes 118 anos de República.

O golpe de Estado, na verdade, foi perpetrado durante a noite e não durante o dia conforme pretendem os “historiadores”, pois, se fosse realizado durante o dia, a população resistiria em favor do imperador Dom Pedro II. O marechal Deodoro não proclamou a República, mas bradou: “Viva o imperador!”, pois, na verdade, Deodoro era monarquista (fato confirmado pelo Fantástico). O que ocorreu na verdade: Deodoro da Fonseca tinha uma questão com o primeiro-ministro do Império, por causa de uma dama da corte pela qual Deodoro estava apaixonado. Então, o marechal foi brigar pela mulher.

A Proclamação da República foi um embuste. O que na verdade ocorreu foi que Deodoro da Fonseca assinou um papel em branco, que posteriormente foi preenchido com a proclamação (não foi só Fernando Henrique Cardoso que assinou papéis sem ler). A família real foi colocada num vapor com destino à Europa, durante a noite, para evitar a resistência popular, a nossa “grande personalidade histórica” e erroneamente alcunhada Águia de Haia, Rui Barbosa, chega ao navio onde estavam Dom Pedro II e sua família e membros do governo deposto. Rui Barbosa oferece dinheiro ao imperador, que pergunta qual a origem do dinheiro. Ao receber a resposta que tratava-se de dinheiro do Tesouro Nacional, Dom Pedro II recusa, pois o dinheiro pertencia ao povo e não a ele. Na verdade, Rui Barbosa queria criar um pretexto para acusar Dom Pedro de corrupção.

Floriano Peixoto, sucessor de Deodoro no governo “provisório”, instituiu no Brasil e na América Latina uma das mais terríveis ditaduras, perseguindo e matando monarquistas por todo território brasileiro (lembra-se da lei pétrea?). Canudos, na verdade, foi uma destruição de um reduto monarquista e não uma perseguição a um fanático religioso. Cabe aqui uma pergunta: será que um fanático religioso seria tão perigoso a ponto de mobilizar tropas?

A República é tão cômica que usa até um ator da Globo (pago obviamente) para dizer junto de um político um absurdo histórico, no plebiscito de 1993. Quem não se lembra: na propaganda republicana do plebiscito apareciam Orestes Quércia e Milton Gonçalves dizendo que, se a monarquia voltasse (pasmem), a escravidão iria retornar. Absurdo dos absurdos, pois foi justamente a abolição da escravatura que ajudou a derrubar a monarquia.

Somando-se ao embuste republicano de 1993 está a corrupção generalizada que existe desde Deodoro da Fonseca até o governo de Luiz Inácio Lula da Silva.

Os fatos envolvendo o Congresso Nacional (Câmara dos Deputados e Senado Federal) falam por si de como a República é corrupta e cara.

Vemos que Renan Calheiros não é o único republicano envolvido com corrupção.

Valdir Roberto Gonçalves Mucheroni - pastor e monarquista