Estamos observando uma série de ações voltadas à destruição e à defesa da preservação do que restou do meio ambiente, especialmente as matas e a água. No entanto, verificamos que uma parcela significativa da população não faz sua parte, ou seja, não tem consciência demonstrado em pequenos atos, como jogar lixo em córregos e matas, desperdiçar água. Todos sabemos que esse processo de educação é longo. Mas pergunto: temos tempo para isso? A natureza esperará? Acredito que não! Por isso sugerimos a criação do cargo de fiscal ambiental, o qual teria a função de fiscalizar e notificar qualquer cidadão que fosse pego no ato de destruir ou usar indevidamente os recursos naturais, como água.
A punição ficaria a cargo do órgão competente da prefeitura ou até do Judiciário. As pessoas que exerceriam o cargo poderiam ser funcionário da prefeitura ou membro de entidades ligadas à preservação ambiental ou cidadão voluntário. O caso é que quando não existe colaboração, num tema que necessita de urgência, precisamos tomar medidas mais convincentes. Tudo pela sobrevivência da Humanidade. Fica aqui a sugestão.
Márcia Regina Nava Sobreira - RG 12.326.094-2