• Conselho sem nomes
Aproveitando a temporada de criação e estruturação de conselhos – o da habitação está em projeto de lei e o da educação sofreu mudança na composição -, a Prefeitura de Bauru bem que poderia aproveitar para nomear a nova diretoria do Conselho de Usuários do Transporte Coletivo Urbano. Tudo bem que o grupo só vai discutir tarifa só em março de 2008, mas a vacância não se justifica.
• Audiência pública
Se o comitê de mobilização popular já tinha interesse em audiência pública para discutir a estrutura prisional de Bauru, agora tem outra oportunidade de se lançar no tema. A Câmara está discutindo com a OAB local a realização de audiência pública debater as estruturas das polícias Civil e Militar e o sistema prisional na próxima semana. Falta acertar a data.
• Ainda na educação
O projeto que discutiu o número de indicações para o Conselho Municipal de Educação gerou cobrança por parte dos vereadores. Pelo menos três parlamentares foram aos microfones da Casa de Leis para indagar se os conselheiros têm acompanhado a realização de despesas na pasta. E listaram compras como de 400 toldos, R$ 900 mil em livros, ventiladores, 95 viagens, etc.
• Vendendo a folha
A direção da Fundação de Previdência (Funprev) se prepara para abrir licitação para vender a movimentação da folha mensal de aposentados e pensionistas para o sistema bancário. Em troca de movimentar pelo menos R$ 2 milhões mensais de 1.600 inativos, a fundação quer atrair investimentos para construir sua sede, de preferência informatizada.
• Mato e o exemplo
Moradores ligaram ontem para comentar que a prefeitura e a Câmara devem aproveitar o projeto de lei que muda o sistema de multa para sujeira, entulho e mato alto e exigir a limpeza da cidade, inclusive com força-tarefa sobre os reincidentes assim que o projeto for aprovado. Leitores também ligaram para dizer que a prefeitura deve dar exemplo e não sujar lotes.
• Entulho do multador
Em uma das ligações, a moradora garante que a própria prefeitura destinou restos de obras ainda da duplicação da avenida Getúlio Vargas, no governo Nilson Costa, para um terreno próximo, em 2005. Ocorre que em março do ano passado, a mesma prefeitura enviou multa de R$ 1.600,00 em razão do entulho no lote. Ela fotografou, recolheu provas e demonstrou que o lixo era da própria. A prefeitura cancelou a multa, mas em seguida exigiu a capinação do lote.
• O que há na ficha?
Esta indagação circulou por rodas de bate-papo da cidade ontem em razão do ex-juiz Emir Maddi ter solicitado à OAB-Bauru cópia do prontuário de inscrição do secretário do Meio Ambiente, Rodrigo Agostinho. A entidade confirma a solicitação, mas adverte que o conteúdo é sigiloso por questão de portaria interna. Rodrigo é advogado, mas não exerce a profissão.
• Representações
O diretório municipal do PDT informa que as representações para buscar cassar os mandatos de José Clemente Rezende e Futaro Sato serão protocoladas hoje em São Paulo, segundo o partido, pelos advogados Cristiano Vilela de Pinho e Fernando Agrela Araneo.