• Resgate de imagem
A venda da Chrysler pelo grupo alemão Daimler mexeu com os brios da empresa americana, que busca agora um retorno às origens. A Dodge voltou a oferecer o antigo pacote ACR – American Club Racer, ou clube de corrida americano, em português – para o vigoroso superesportivo Viper SRT-10. Desde 1999, a montadora do cabrito montês não oferecia o kit para o modelo. O Viper SRT-10 foi exibido com o pacote
ACR no Salão do Automóvel de Los Angeles, que abriu os portões nesta sexta-feira, dia 16. Equipado com um poderosíssimo motor 8.4 litros V10 de 608 cv de potência e 77,4 kgfm de torque máximo, o Viper SRT-10 ACR é um verdadeiro carro de corrida, porém com permissão para trafegar nas ruas e estradas. Desenvolvido pela Street and Racing Technology – daí a sigla SRT –, o modelo traz suspensão com molas e amortecedores reguláveis em carga e altura, aerofólio traseiro e defletor dianteiro feitos em fibra de carbono e ajustáveis, rodas de alumínio cobertas com pneus Michelin Pilot Sport Cup, freios a disco e carroceria com pintura nas cores vermelha e preta.
• Álcool no “top”
Assim como fez no fim de 2006 com o sedã médio Civic e com a versão de entrada do hatch Fit, a Honda vai lançar em breve o Fit na versão top EX com motorização flexfuel. O propulsor 1.5 16V está em processo de adaptação na unidade de Sumaré, São Paulo, para poder rodar com gasolina e álcool. A engenharia da Honda, porém, não deve alterar a potência e torque do motor 1.5 – 105 cv a 5.800 rpm e 14,2 kgfm aos 4.800 giros – como ocorreu com os propulsores 1.4 do Fit e 1.8 do Civic.
• Tecnologias verdes
A Bosch, fabricante de autopeças e sistemas eletrônicos, vai expor no Congresso SAE 2007, entre os dias 28 e 30 deste mês, as tecnologias DG Flex e Common Rail, dois dos sistemas mais avançados da marca para motores a diesel. O DG Flex permite que caminhões e ônibus usem diesel e GNV, combinação que, de acordo com a fabricante, reduz em até 75% o nível de emissão de material particulado.
• Reflexos positivos
O bom momento da indústria automobilística gera reflexos além das montadoras. A fabricante de componentes automotivos Delphi, por exemplo, acaba de expandir sua planta em Espírito Santo do Pinhal, no interior paulista. A unidade, que fabrica chicotes elétricos para automóveis, recebeu investimento de US$ 40 milhões e gerou 800 novos empregos diretos. Além da expansão da área física da unidade, a quantia inclui a compra de novos equipamentos.