Se por um lado as perspectivas do Natal 2007 são melhores em função do aumento do poder aquisitivo, da nova classe média e do cenário mais consolidado da economia, por outro a competição aumenta entre as empresas dos mais diversos segmentos que pretendem ampliar a sua fatia no bolo das vendas neste período, que continua sendo a principal época promocional do ano, especialmente para as empresas de varejo.
Disputado para a venda que vai desde pequenas lembranças de amigo-secreto, presentes para os familiares, até a comercialização de móveis, automóveis e imóveis, o consumidor, hoje com melhor poder aquisitivo em função de ganhos reais ou de acesso ao crédito mais fácil e com juros mais convidativos, é o alvo de uma competição acirrada não só entre empresas do mesmo ramo, mas também para que priorize suas compras neste ou naquele segmento.
Dentro desse cenário, o Natal moderno já não é uma ocasião apenas para se vender presentes, mas uma diversidade de produtos e serviços jamais vista antes, começando por brinquedos, passando por telefonia celular, Internet, equipamentos de informática, intercâmbios culturais, assinaturas de publicações, pacotes de viagem, matrículas em academia, equipamentos de ginástica, artigos de pesca, camping, náutica, esportivos, bikes, moda, cama, mesa e banho, eletrodomésticos, cosméticos e perfumaria, farmácias, clínicas, papelarias, óticas, relojoarias, calçados, restaurantes, bufês, locadoras, móveis e materiais de construção, imobiliárias, construtoras, financeiras, cartões de crédito, decoração e presentes e tantos outros itens, que precisaríamos de uma edição inteira de um jornal de domingo para enumerá-las.