Paris - Investigadores franceses detiveram ontem um arquiteto por suspeita de ligação com um pacote-bomba enviado a um prédio que abriga escritórios de advogados no centro de Paris.
O suspeito de 45 anos foi detido na casa de sua mãe em Paris, onde mora, e está foi interrogado por policiais. A polícia diz acreditar que a ação, que matou uma pessoa e feriu cinco, não foi feita por grupos terroristas.
A explosão ocorreu no quarto andar de um prédio que abriga escritórios de advogados no Boulevard des Malesherbes, no oitavo distrito, na região oeste da capital francesa.
Uma secretária morreu logo após abrir o pacote, que foi recebido em um escritório do quarto andar do edifício. O embrulho era destinado à advogada Catherine Gouet Jenselme. Um advogado - identificado pela polícia Olivier Brane - e uma segunda secretária ficaram feridos gravemente na explosão. Outras três pessoas sofreram ferimentos leves.
Entre os escritórios localizados no edifício de seis andares estaria o de uma da antiga firma onde trabalhou o atual presidente da França, Nicolas Sarkozy.