10 de julho de 2026
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Reflexões para o Ano Novo


| Tempo de leitura: 2 min

Em nossa existência, principalmente na fase adulta, de amadurecimento físico e mental aprendemos que, por pior que seja um problema ou situação, sempre existe uma saída, pois é bobagem fugir das dificuldades, ignorando-as. Cedo ou tardiamente teremos que remover as “pedras” do caminho para que possamos avançar. À vezes, nos preocupamos com questiúnculas, com fatos que muitas vezes só existem em nossa mente. Sofremos por questões banais. E Deus, em sua infinita sabedoria, sempre nos manda "um dia de chuva para que possamos valorizar o sol", mas, se ficarmos expostos por muito tempo ao sol podemos nos queimar.... Aprendemos que heróis não são somente os que realizam obras notáveis, mas os que fazem o que for necessário e assumem as conseqüências dos seus atos. “São simples sem serem banais, e originais sem serem escandalosos. Em qualquer fase de nossa existência, "por razões que a própria razão desconhece", o nosso coração parte-se em pedaços. Entretanto, não importa em quantos pedaços nosso coração está partido, pois o mundo não pára para que nós o consertemos. Assim, ao invés de ficar esperando que alguém nos traga flores de agradecimento, é melhor plantá-las num jardim. Amar não é o mesmo que transferir ao outro a responsabilidade de nos fazer feliz. Cabe a nós a tarefa de apostar em nosso talento e realizar os nossos sonhos. O que faz realmente a diferença não é o que temos na vida, mas quem escolhemos e temos. Li alhures que a felicidade é constituída pelo binômio: família, “célula mater” e pelos amigos que escolhemos. Quantas vezes, entretanto, pensamos ter escolhido para nosso convívio pessoas de aparência ilibada, que nos eram queridas e foram justamente essas pessoas que nos decepcionaram e nos feriram. Com certeza essas pessoas não nos queriam tanto quanto nós gostaríamos, o que não significa que, por ambição, não desejavam muito outras coisas, e diante de nós conseguiram vestirem-se com peles de cordeiros, simulando castidade inexistente.Mas a maturidade nos levará inexoravelmente a distinguir uns e outros. Para isso temos que mudar. E toda mudança se inicia com um ciclo de construção, mas não podemos nos esquecer de deixar a porta aberta para essas mudanças. Ninguém muda com porta fechada. Aprendemos que o tempo é precioso e implacável, não volta atrás. Por isso, não vale a pena ficarmos a ruminar idéias para resgatar o passado. O que vale a pena é construir o futuro a partir de 2008. Esse futuro que ainda está por vir. “Deus ajuda quem cedo madruga”, então devemos descruzar os braços e vencer o medo de partir em busca dos nossos sonhos. Os sonhos que poderão se transformar em realidade a partir de 2008. Sejamos felizes a partir daí e com coragem, “nenhum passo para trás”.

O autor, Aguinaldo dos Santos, é supervisor de ensino e advogado, e-mail-aguinaldo.adv10@terra.com.br