No caso do menor, evidente que não devemos torturar e nem matar, assim diz nosso mandamento divino. Porém, diz também: “não roubarás”. Não precisamos voltar muito ao tempo em que nossos pais se preocupavam, e muito, com objetos estranhos que levávamos para nossa casa, podendo ser uma bola de futebol ou até um “leque”. Pois nota-se que no caso do menor, com relação à moto que, como consta, houve, inclusive, o uso de arma para posse, com certeza não houve intervenção dos pais quanto ao caso, visto que o mesmo não possui habilitação para a mesma, pois nem idade tem para ser habilitado. E será que teria crédito ou mesmo dinheiro para obtenção da mesma?
Enfim, será que somente os policiais erraram neste caso? Em nossas cabeças teríamos várias perguntas que, se atendidas, o caso jamais teria acontecido. Ou seja, pensemos apenas no “berço”. Será que existe? Sim. Porém, hoje, em famílias que estão interessadas no melhor para seu filho... Não seria o momento de pai ou mãe indagar o menor o por que da moto, de onde veio, enfim, antecipar as providências. Ou seja, indagar sempre de onde veio a bola ou de onde veio o “leque”. Quem sabe se seu filho esta agindo corretamente? Em tempo: nossos pais aprovavam os professores no nosso tempo e a régua comia quente. Porém, hoje os professores precisam se cuidar, pois podem apanhar em classe. Lógico que não queremos o tempo de terror de volta, porém o “berço”, a “educação no lar, a “formação dos menores” deixa a desejar. Que faz nosso governo para melhorar?
Elsio Martins - RG 9.428.954