07 de julho de 2026
Entrelinhas

Entrelinha

Da Redação
| Tempo de leitura: 2 min

• Ligações particulares

Após o vereador Paulo Madureira (PP), presidente do Legislativo bauruense, ter restringido o uso de telefones, Internet e até do cafezinho para funcionários e freqüentadores da Casa de Leis, um esclarecimento deve ser feito: antes da medida adotada por Madureira, os servidores da Câmara já pagavam - e continuam pagando - telefonemas particulares interurbanos e para celulares, cujos valores são descontados de seus salários.

• E o Sambódromo?

A decisão da prefeitura de reativar o Carnaval de rua, especificamente na avenida Nações Unidas, com blocos, não gerou somente sentimentos de alegria entre a população. Uma pessoa que identificou-se apenas como um freqüentador assíduo da Câmara Municipal ligou ontem ao JC para fazer a seguinte indagação: por que fazer o Carnaval na rua se já há um local específico para isso, no caso o Sambódromo?

• Sem as licitações

Ao comentar a preocupação manifestada pelo vereador Primo Mangialardo (PV), na edição de ontem da coluna, sobre o tempo curto que a prefeitura terá para reformar os estádios distritais - possibilidade que o Executivo ainda estuda -, o parlamentar João Parreira (PSDB) ponderou que concorda com as afirmações do “colega” de plenário, mas sustentou que as obras necessárias para garantir a realização dos campeonatos amadores não precisam de processos licitatórios.

• Obras mais simples

Para Parreira, as reformas levantadas pelo Ministério Público (MP) para garantir a segurança dos estádios distritais não são tão complexas a ponto de exigir a abertura de licitações. “São obras simples que a própria prefeitura tem de fazer em virtude da falta de manutenção dessas praças esportivas. Até a Emdurb e o DAE poderiam ajudar em uma espécie de mutirão que contribuiria, principalmente, para reduzir os custos das reformas, que cairiam pela metade”, acredita o vereador.

• Plano Diretor volta

Além da sessão extraordinária que, entre outros projetos, apreciará a doação de área do município ao Estado para construção de um futuro Fórum, o Legislativo bauruense também será palco, na próxima segunda-feira, da audiência pública que debaterá o Plano Diretor Participativo, procedimento determinado pelo Ministério das Cidades em ocasiões de revisão do projeto. A convocação ao público para discutir as dezenas de emendas é para às 19 horas.

• Sobre terceirização

Enquanto o governo do Estado de São Paulo anuncia a contratação de empresas privadas para realizar o serviço de limpeza e oferta de merenda em suas escolas, a Prefeitura de Bauru continua sem definir o processo de terceirização, apesar do estudo inicial sobre o assunto ter sido realizado em 2006. Pior que isso: a administração ainda toma conta da merenda das escolas estaduais em Bauru, missão que não é dela.

• Discussão da demissão

O Sindicato dos Servidores questiona a medida adotada pela Emdurb de demitir um funcionário que estava afastado em período de auxílio-doença. Mas a empresa municipal avalia que a demissão não enfrenta problemas legais mesmo em razão do estado de saúde, porque trata-se de cargo comissionado, de livre nomeação.