Existem três sapos à beira da lagoa e um deles decide pular para a água, quantos sapos restarão fora d’água ?
Resposta : Três sapos, porque um deles só decidiu pular, mas não pulou...
Não somos como o sapo? Decidimos fazer isso, aquilo, mas acabamos não fazendo nada.
Na vida é preciso tomar muitas decisões. Algumas fáceis, outras difíceis...
A maior parte dos erros que cometemos, deve-se a indecisões.
Temos de conviver com a conseqüência das nossas decisões. Arriscar !
Rir é correr o risco de parecer um tolo.
Chorar é correr o risco de parecer sentimental.
Expor sentimentos é correr o risco de revelar a si mesmo.
Expor idéias e sonhos é arriscar a perdê-los.
Amar é correr o risco de não ser amado.
Viver é correr o risco de morrer.
Ter esperanças é correr o risco de se decepcionar.
Tentar é correr o risco de falhar.
Os riscos precisam ser enfrentados, pois na vida o maior fracasso é nada arriscar.
A pessoa que não arrisca não petisca, não tem nada, ela nada é.
Pode evitar o sofrimento e a dor, mas não aprende, não sente, não muda, não cresce !
Não vive, teme a liberdade, tem medo do desconhecido, de ser diferente, não igual...
A semelhança com a classe política não é mera coincidência...
Problemas de gestão, promessas que não foram e não serão cumpridas!
A duplicação da rodovia Bauru-Marília (inacabada) é usada há décadas em campanhas políticas, assim como a melhoria no atendimento à saúde (sic), segurança e educação.
Tivemos ótimas decisões de financiar o tratamento de esgoto quando poderíamos fazê-lo com verbas federais a fundo perdido, mas município endividado tem que onerar os adimplentes por todos os lados, enquanto os buracos unidos jamais serão vencidos, os estádios distritais sucateados, quando se houvesse a manutenção não precisava reforma total!
Ninguém sabe, ninguém viu, não é comigo, não tem verba, não tem médico, o aparelho quebrou, o diagnóstico errado, a mania de doença do bauruense, a dengue e febre amarela através do mosquito flex, sempre falta decidir e enfrentar, resolver, fazer bem feito o que deve ser feito, pois até quando vamos esperar um mutirão de ações e o eleitor esperar a próxima eleição para anular o voto, pois nenhum candidato é merecedor do mesmo (omissão) ou escolher o menos ruim (por falta de opção) esperando que administre diferente, que legisle para a cidade e não para atender projetos pessoais e carreira política!
O pessimista queixa-se dos ventos. O otimista espera que os ventos mudem. O realista ajusta as velas.
Antonio Carlos Spacca