11 de julho de 2026
Economia & Negócios

Economista sugere cautela


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O economista Cláudio Augusto Garbi afirma que o seguro-fiança é válida apenas no caso em que o inquilino não encontre um parente ou amigo para ser seu fiador. Ela avalia que as pessoas estão cada dia mais fugindo desse compromisso, uma vez que o sistema de crédito evoluiu de tal forma que, quando há qualquer pendência, o fiador é acionado rapidamente. “A pior coisa é procurar um fiador, principalmente em casos familiares. E por ser da família, não deixa de levar prejuízo”, lembra.

Ele avalia que o seguro-fiança é positivo diante da dificuldade de encontrar um fiador. No caso da funcionária pública estadual, o investimento é bem elevado, segundo o economista. Ele explica que se o valor pago (R$ 540,00) fosse dividido em 12 parcelas iguais, Damaris teria um custo adicional de 16,6% no aluguel. “Se tivesse o fiador, não teria esse gasto”.

Nesse modelo, explica ele, a única coisa que muda é o fato do inquilino, em caso de débito, ser cobrado pela seguradora e não pela imobiliária ou proprietário do imóvel. “Uma vez assumido o compromisso, ele vai ser honrado, mas acredito que é mais fácil “enrolar”, se assim podemos dizer, um parente do que uma seguradora”, analisa.