Moro no Jardim Terra Branca, onde sofremos com ondas de pernilongos e já tivemos confirmados diversos casos de dengue. “Bem. E daí? Isso se dá em toda Bauru. Existem funcionários responsáveis para combatê-los”, diriam alguns leitores. É que estive “pensando com meus botões”: mas será que eles também atuam na prevenção das causas primeiras, originárias? Será que analisam adequadamente o problema?
Vejamos: macaquinhos proliferam abundantemente na região da Unesp e zona sul, porque não têm predadores naturais. Destroem os ninhos dos passarinhos e comem seus ovos. Os pássaros, que se alimentam de pequenos insetos e mosquitos, e também de suas larvas, estão quase desaparecendo, por conseqüência. Estamos aí diante de um desequilíbrio ambiental pernicioso ao ser humano. A dengue e a febre amarela têm maleficamente aumentado seu exército de transmissores...
Agradeceria aos responsáveis pela saúde pública por uma contestação.
José Perea Martins