Será que um sistema de segurança de vídeo irá nos dar segurança? Os ‘ladrões de galinhas” esperam a circulação de pessoas nas ruas diminuírem, quando chega a madrugada começa a quebradeira de vitrines em papelarias da zona sul, lojas de veículos na avenida Nações Unidas, lojas de informáticas no Centro.
Na calada da noite a cidade de Bauru fica frágil e estritamente vulnerável à “ladrões de galinhas”, que fazem da ocasião a oportunidade de roubar lojas com portas de vidros, trailers de lanches com trancas frágeis, residências sem sistemas de alarmes e até lojas com portas bem reforçadas e com sistemas de alarmes também.
Não há mais limite para a marginalidade. Não vão ser algumas câmeras no Centro com qualidade de imagem questionável e sistema de operação ainda não definido que vai resolver o problema de segurança naquela região da cidade. Quando um alarme de uma loja toca de madrugada, como a polícia aciona o dono ou gerente da loja?
Será que a polícia tem uma lista de nomes regionalizados dos donos de lojas e comércios de cada região? Sou comerciante e nunca fui procurado pela polícia para fornecer o número do meu telefone pessoal caso o alarme da minha loja disparasse de madrugada. Muito menos contra incêndio ou furto. Isso porque minha loja está a 30 metros do plantão policial. Fico imaginando a segurança da população que mora longe das bases Civis e Militares. Em conversas entre amigos lojistas e matérias em jornais, percebemos a falta de segurança que todos os comerciantes têm em todas as regiões da cidade.
Miguel Ângelo Vieira Filho