07 de julho de 2026
Auto Mercado

Notas 2


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• Mais tempero

O 350Z ficou ainda mais nervoso. A versão 2008 do esportivo da Nissan chega ao mercado brasileiro com 312 cv de potência, contra anteriores 280 cv. O motor é o 3.5 V6 24 válvulas que gera 37,0 kgfm e conta com controle continuamente variável de válvulas. Por fora, a grade dianteira e o capô foram redesenhados. Apesar do dólar mais baixo em relação ao real, o esportivo está ainda mais caro. Custa R$ 194.903 na versão mecânica de seis marchas e R$ 198.803 na automática seqüencial de cinco velocidades. Os preços anteriores ficavam em R$ 184 mil e R$ 188 mil.

• Vitrine burguesa

A Bugatti já ostenta ter um dos automóveis mais caros do mundo, o Veyron. Não satisfeita, a marca francesa, que faz parte do Grupo Volks-wagen, vai lançar um carro ainda mais caro do que o superesportivo que, hoje, custa em torno de 1 milhão de euros - cerca de R$ 2,6 milhões. A revelação, segundo jornais e sites europeus, foi feita pelo relações-públicas da montadora, Julius Kruta. Com isso, as especulações em torno do novo modelo já começaram. Comenta-se que o produto seria um novo superes-portivo ainda mais potente que os 1001 cv do Veyron. Outra versão sugere que a Bugatti iria investir em uma perua esportiva com motor menos vigoroso que o Veyron.

• Problemas à vista

A Volkswagen pode ter de pagar uma conta salgada por conta dos problemas com os mecanismos que rebatem o banco traseiro, que já provocou caso de ferimentos e até de mutilação dos dedos de alguns clientes. O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC), do Ministério da Justiça, investiga os casos de acidentes e, caso seja comprovada culpa da montadora, a empresa pode ser multada em até R$ 3 milhões.

Em nota oficial, a filial brasileira da fabricante alemã garante que a “operação é segura, bastando seguir corretamente as instruções contidas no Manual do Proprietário”.

Apesar de afirmar no comunicado que “com a certeza de que não existe problema com o sistema e que não se trata de caso de recall”, a Volks resolveu fornecer um anel de borracha que, segundo a empresa “evita eventuais erros na operação de rebati-mento do banco traseiro do Fox”. Como em um recall, os proprietários do compacto devem se dirigir a uma concessionária para instalar a peça.

Lá fora, é a General Motors quem está à volta com problemas com seus veículos. A NHTSA, entidade que cuida da segurança no trânsito e promove crash-tests com veículos vendidos nos Estados Unidos, investiga incêndios nos motores de dois modelos Chevy Tahoe fabricados no mesmo ano: 2007. Segundo as ocorrências, os incêndios começaram quando os veículos estavam estacionados e desligados.