Trabalho em um laboratório na última quadra da avenida Nossa Senhora de Fátima, onde meu carro fica estacionado na rua. Por três vezes já o amassaram. Na primeira vez a porta do motorista estava afundada, na segunda vez amassaram a frente. Em ambas as vezes os responsáveis não se identificaram.
Já na terceira vez, tal foi minha surpresa, havia um bilhete onde estava escrito: “Bom dia! Raspei no seu carro, por favor, ligue-me, desculpe-me e obrigada.”
Ela se chama Hermínia e, como diz o poeta: a se todos fossem iguais a você que maravilha seria viver...
Atitude como a sua, Hermínia, me faz acreditar na existência de seres humanos dignos e honestos. Obrigada eu!
Ana Maria Cury dos Reis - RG 11.855.076