O aposentado Dirço Hernandes contestou a informação, publicada anteontem no JC, de que a reavaliação dos bens da Empresa Circular Cidade de Bauru (ECCB) constatou que a garagem e os imóveis pertencentes à empresa aumentaram de R$ 3,2 milhões para R$ 4,2 milhões. Na matéria do JC, o diretor da 1a Vara do Trabalho de Bauru, Sérgio Húngaro, afirmou que os valores não sofreram alterações.
No entanto, Hernandes destaca que a reavaliação rejeitada à qual se referiu Húngaro não foi a solicitada por ele no ano passado, mas a primeira ação requerida, em favor dos 900 funcionários. Hernandes solicitou a reavaliação por entender que o preço mínimo de R$ 3,2 milhões estava defasado. Com isso o leilão foi suspenso.
O ex-funcionário explica que a primeira ação, negada pelo juiz, fixa critérios e estipula lance mínimo para o leilão. No entanto, na reavaliação solicitada por ele, que culminou com o adiamento do leilão, alterou o valor de R$ 3,2 milhões para R$ 4,2 milhões.
“O juiz não manteve o mesmo valor, o que ele negou foi a primeira ação requerida. Por isso, quando for marcado o leilão, os bens não podem ser vendidos por menos de R$ 4,2 milhões”, afirmou Hernandes.