O mais estranho sobre o fenômeno pop adolescente que se chama “Hannah Montana” é que atriz e personagem se confundem na vida real e na ficção. Há dois anos, aos 13 anos, Miley Ray Cyrus estreou nos Estados Unidos a série que, filhote de “High School Musical”, de dois meses antes, fez explodir sua fama.
No programa, ela vive a menina “comum” Miley, que, quando veste uma desproporcional peruca loira, vira a cantora Hannah, sucesso entre seus colegas de escola. Miley, cabelos castanhos, finge de nada saber para que “os amigos não a tratem diferente”.
Só que Miley fez da série a própria vida - canta para platéias lotadas, vendendo o show como sendo de Hannah Montana, e já gravou três CDs sob o pseudônimo.
Quando tira a peruca loira, volta a ser Miley. Hoje com 15 anos e prometendo um futuro desajustado como o de Britney Spears ou das gêmeas Ashley e Mary-Kate Olsen, Hannah, quer dizer, Miley ainda desfruta de seu auge.
Enquanto não chega o novo filme da personagem, a ser lançado em 2009, é exibido nos EUA e no Brasil o segundo ano da série (Disney Channel, de segunda a sexta, às 17h30). Para quem quiser tentar entender o fenômeno do começo, a primeira temporada estréia hoje na Globo, às 11h30.