Caso o número de vereadores em Bauru passe de 15, como está atualmente, para 23, limite máximo imposto pela PEC em trâmite no Congresso Nacional, as despesas com o Poder Legislativo local saltariam de R$ 1,974 milhão por ano para R$ 3,026 milhões, diferença de R$ 1,052 milhão.
Estão incluídos nessa conta os gastos com o pagamento dos salários dos vereadores e salários e encargos dos assessores a que eles têm direito (um parlamentar e um de apoio legislativo).
No que diz respeito aos parlamentares, está sendo considerado o subsídio que receberão a partir de janeiro de 2009, conforme reajuste aprovado pela própria Câmara no ano passado. O valor mensal será de R$ 6,2 mil, exatamente a metade do salário de um deputado estadual. Multiplicando esse montante por 15 vereadores e por 12 meses, chega-se a uma despesa anual de R$ 1,116 milhão. Alterando a composição da Câmara de 15 para 23 cadeiras, os gastos subiriam para R$ 1,711 milhão.
Com relação aos assessores, cada um ganha R$ 2,2 mil por mês, incluídos os encargos sociais. Multiplicando-se o valor por 30 funcionários e por 13 meses (incluído o 13º salário), o bolo chega a R$ 858 mil por ano. Caso o Legislativo passe a contar com 23 representantes, seriam 46 assessores a um custo anual de R$ 1,315 milhão.