11 de julho de 2026
Esportes

Noroeste: Longe da família, Wellington Paraíba vive expectativa de ficar para Série C

Wagner Teodoro
| Tempo de leitura: 2 min

O atacante Wellington Paraíba, do Noroeste, vive a rotina de muitos boleiros espalhados pelo Brasil. O jogador, além dos treinos e cobrança por gols, sina de todo atacante, vive distante de sua família, que mora a cerca de 3 mil quilômetros, em Campina Grande, na Paraíba.

“Minha esposa está em Campina Grande, mas sabemos que isso não influi dentro de campo. A saudade existe, mas (assim) é nossa profissão”, consola-se. Wellington está morando no alojamento do Noroeste, mas pretende se mudar para um apartamento em breve.

O jogador garante que já está habituado à rotina de viver longe da família. “Quando ela tem tempo, vem e fica uns 15 dias, quando eu tenho tempo, também vou. Isso é normal no futebol, todo mundo sabe disso. Para jogador de futebol, o importante é bom trabalho e que esteja todo mundo empregado”, comenta.

Wellington voltou ao Noroeste, após empréstimo ao Bandeirante de Birigüi, onde teve bom desempenho e marcou nove gols. Porém, a equipe acabou rebaixada para a Série A-3. “Para mim, não importou muito (fazer nove gols). É um grupo e, quando o time cai para a (Série) A-3, fica chato para todo mundo. Fiz um bom trabalho, mas infelizmente o time caiu”, lamenta.

O jogador, que treinou em casa durante os dias de folga antes da reapresentação ao Norusca, é mais um que vem encarando o ritmo forte da pré-temporada noroestina. “Todo mundo sabe que quando você passa um tempo parado sente quando volta. Mas faltam poucos dias para começar o campeonato e todos têm que estar prontos. Agora é readquirir o condicionamento físico e tático para fazer uma boa Série C”, planeja.

“Está todo mundo trabalhando forte para que no começo tenhamos uma boa estréia diante de nosso torcedor (o time estréia contra o Tupi-MG, em Bauru). Não sabemos quem vai jogar, mas todos estão se dedicando para que no começo do campeonato esteja todo mundo pronto para jogar”, complementa Wellington.

O jogador, no entanto, também vive a expectativa pela definição do grupo para o segundo semestre. “A diretoria ainda não passou nada para gente. Sabemos que temos que fazer um bom trabalho todo dia, de manhã e à tarde. Se ficar aqui no Noroeste é bom. Se sair, o importante é estar bem com você e bem preparado e desempenhar um bom trabalho na outra equipe”, comenta. Depois da folga de ontem, o elenco noroestino se reapresenta, hoje à tarde, para iniciar a quarta semana de treinamento. A diretoria aguarda aval do técnico Luís Carlos Martins para agendar alguns jogos-treinos antes da estréia da equipe na Série C e na Copa FPF.