10 de julho de 2026
Geral

Clélia Molina, 63 anos, morre em sua própria casa em Bauru

Da Redação
| Tempo de leitura: 2 min

Aos 63 anos, Clélia Fronterotta Molina morreu em sua própria casa, no último sábado. Por anos seguidos, ela figurou como uma das mulheres mais elegantes da cidade. Cada peça ou móvel de sua casa também era capaz de refletir seu requinte e vasto repertório cultural. Apaixonada por obras de arte, junto com o marido José Fortunato Molina, foi proprietária da Ajax, Plajax e Fermax.

A última empresa, no entanto, foi inaugurada no dia em que Clélia ficou viúva. Pouco tempo depois, a vendeu, assim como fez com a Plajax. Em meados da década de 90 também se desfez da Ajax, informam amigos e familiares. De personalidade forte, foi anfitriã de festas primorosas, contam eles.

Mas apesar do glamour que a cercava, era simples no trato com os empregados das empresas, administradas por executivos após a morte de José Fortunato, informam os que com ela trabalharam. Era natural de São Paulo. Nasceu no alto da Lapa, justamente na rua Clélia, responsável pelo nome que carregou. No entanto, foi em Bauru que, junto com o marido, construiu seu patrimônio e onde mantinha grande círculo de amizades.

Segundo os mais próximos, era uma mulher generosa e justa, que tinha o dom da decoração. Por conta disso, trabalhou na área junto a um seleto público. Ultimamente, administrava seus imóveis alugados. Ela deixa a filha Mônica Molina, 40 anos, e o filho Casio Molina, 36 anos. Eles viajavam no final de semana quando Clélia sofreu uma parada cardíaca, provavelmente em virtude dos problemas respiratórios que enfrentava, esclareceram parentes.

Foi encontrada sem vida ontem pela manhã, por uma funcionária da casa. O velório foi realizado no Memorial Bauru e contou com a presença da mãe dela, de 86 anos, além dos filhos, netos (tinha cinco), e amigos. Foi enterrada ontem à tarde no Cemitério Jardim do Ypê.