11 de julho de 2026
Economia & Negócios

Diante de novas altas, professor sugere fazer estoque de alimentos

Gabriel Ottoboni
| Tempo de leitura: 1 min

Segundo o professor Marcos Crivelaro, da Faculdade de Informática e Administração Paulista (FIAP), é mais interessante investir na compra de alimentos com extenso prazo de validade do que aplicar na caderneta de poupança. No momento isso ocorre devido à disparada do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), influenciado pela alta dos alimentos para famílias cuja renda varia entre um e oito salários mínimos, em que a alimentação representa 40% do orçamento.

Nos cinco primeiros meses do ano, o melhor rendimento da poupança foi observado em janeiro (0,6%). Em relação aos alimentos, a categoria que mais subiu em maio foi a dos tubérculos, raízes e legumes (11,20%), seguida dos cereais, leguminosas e oleaginosas (4,8%) e farinhas, féculas e massas (5,34%). “A rentabilidade da poupança no período foi menor (0,57%) perante o reajuste de dois dígitos dos alimentos”, conclui.