10 de julho de 2026
Bairros

Passeio coletivos e literatura infantil nas férias

Wagner Teodoro
| Tempo de leitura: 2 min

Qual criança que dispensa um passeio ou até mesmo uma aventura? Para a professora Maria do Carmo Kobayashi, que estuda a formação de educadores de infância na perspectiva lúdica, esta pode ser uma boa opção para prender a atenção das crianças durante as férias de julho enquanto os pais trabalham.

Nesse período, enquanto as crianças estão de folga da escola, os avós podem assumir um papel importante, auxiliando os filhos no cuidado com os netos.

Para os pais que não possuem condições financeiras para bancar uma visita ao shopping ou ao cinema, Kobayashi indica passeio coletivos a lugares públicos, como ao bosque municipal, museu ou zoológico. “Claro que para esse tipo de aventura é sempre preciso que um adulto acompanhe as crianças, mas um passeio desse tipo vai render assunto e brincadeira para boa parte das férias”, garante a professora.

Kobayashi também recomenda outros espaços públicos que, além de gratuitos, também podem oferecer muita diversão e entretenimento para as crianças. “A visita à biblioteca municipal pode ser estimulada pelos pais e se transformar num excelente programa de férias”, indica Kobayashi. No local, além dos livros, há uma gibiteca muito interessante.

O secretário municipal de Cultura de Bauru, José Augusto Ribeiro Vinagre, confirma que a biblioteca está preparada para receber as crianças nas férias e que, inclusive, a secretaria irá manter os passeios de “Maria-Fumaça” pela ferrovia no mês de julho.

Para quem quer ficar em casa, Kobayashi afirma que mesmo um espaço pequeno pode ser utilizado pelas crianças para as brincadeiras. “As meninas não brincam mais de casinha, e essa brincadeira pode ser realizada em qualquer canto da casa ou mesmo apartamento”, lembra.

Para os pais com condições, brinquedos novos são válidos, mas ela indica os que despertem a imaginação e interação das crianças. “Brinquedos com games e controle remoto onde a criança para brincar precisa apenas apertar botões não ajudam a prender a atenção das crianças por muito tempo”, completa.