• De vento em popa
A BMW está rindo à toa nos Estados Unidos. Com vendas cada vez maiores de seus modelos no mercado americano, a montadora alemã, que também controla as marcas britânicas Mini e Rolls-Royce, vai injetar nada menos que US$ 1 bilhão em suas plantas ianques até 2012. Tal volume de capital inclui a construção de um novo centro de administração e treinamento em Nova Jersey, novos pólos de distribuição de veículos, além da expansão da fábrica de Spartanburg, situada no estado da Carolina do Sul.
Tamanho investimento tem suas razões. Só na planta de Spartanburg serão investidos US$ 750 milhões para expandir em 60% o tamanho da fábrica. Lá são produzidos os utilitários-esportivos X3, X5 e X6 – este último chegará ao Brasil ainda este ano, com preço em torno de R$ 420 mil. Com a ampliação, a capacidade fabril da linha subirá de 160 mil unidades/ano para 240 mil veículos. Nem mesmo as recentes altas do petróleo têm sido capazes de afrontar o otimismo da BMW. Até entende-se o porquê: em 2007, a BMW somou 336 mil unidades vendidas, o maior volume da montadora em um único país.
• Versão demorada
O Porsche Cayenne finalmente tem data para ganhar sua versão diesel. O utilitário esportivo de luxo da marca alemã vai estrear uma configuração com propulsor diesel no Salão de Genebra, em março do ano que vem. O modelo vai usar o motor 3.0 V6 TDI de 239 cv, que já equipa modelos da Audi como o Q7, que, aliás, compartilha plataforma com o Cayenne e com o Volkswagen Touareg.
No utilitário esportivo da Porsche, porém, esse mesmo bloco vai ter a capacidade volumétrica modificada para 3.2 litros e a potência máxima aumentada para cerca de 300 cv. A previsão da fabricante é produzir 15 mil unidades da versão diesel do modelo anualmente. A imprensa européia já especula que a configuração terá preços em torno de o equivalente a R$ 136 mil no continente.
• Oscar automotivo
A lista com os 38 automóveis indicados ao prêmio Carro do Ano europeu foi divulgada esta semana. Entre os que concorrem ao título estão alguns conhecidos do público brasileiro, como Audi A4, Chrysler Grand Voyager, Honda Accord e Dacia Sandero, projeto que teve origem no Brasil sob a bandeira da Renault. Além disso, outros finalistas estão para chegar ao mercado nacional, como a nova geração do Citroën C5, o Fiat Linea, BMW X6, Mercedes-Benz GLK, entre outros.
A escolha do melhor será feita por um júri de 59 membros que representa 23 países da Europa. Para concorrer à indicação, o veículo deve ser comercializado em pelo menos cinco países europeus, no período de um ano. O vencedor será conhecido no dia de abertura do Salão de Paris, em outubro. No ano passado, o Fiat 500 foi o eleito.