09 de julho de 2026
Política

Campanha pode chegar a R$ 22 mi

Luciana La Fortezza
| Tempo de leitura: 2 min

A campanha eleitoral para prefeito em Bauru custará até R$ 22,5 milhões. O valor foi lançado pelos partidos políticos, que se dividiram em quatro coligações e duas chapas puras. Não significa, no entanto, que o montante será gasto integralmente até outubro. Trata-se apenas do teto apresentado à Justiça Eleitoral. Caso o limite seja excedido, os partidos estão sujeitos a sanções, como multa cinco vezes superior ao valor ultrapassado.

A coligação União por Bauru, que lançará para prefeito Caio Coube (PSDB) e para vice José Clemente Rezende (DEM), apresentou a maior quantia, de R$ 11,7 milhões. O partido dos candidatos investirá, cada, até R$ 1,5 milhão. O mesmo valor foi apresentado pelo PP, pelo PTC, pelo PSDC, pelo PT do B e pelo PSC. Eles integram a coligação, assim como o PPS, cujo limite apresentado foi de R$ 1,2 milhão.

A segunda colocação na relação de valores é dividida pelas coligações Bauru de Todos e Frente Trabalhista por uma Bauru Melhor de Se Viver. Ambas apresentaram valor máximo de R$ 5 milhões. No primeiro caso, concorrem aos cargos majoritários Rodrigo Agostinho (PMDB) e Estela Almagro (PT). Participam ainda da coligação PR, PSB e PC do B. Todos apresentaram limite de R$ 1 milhão.

Já Rosa Izzo (PDT) e Antonio Carlos Barbosa (PDT) são os postulantes para o Palácio das Cerejeiras, apoiados pelo PRB, PTB, PRTB e PMN. Cada um dos partidos apresentou valor máximo de gastos de R$ 1 milhão. Trata-se de montante bem superior ao que o PV gastará na campanha de Clodoaldo Gazzetta para prefeito e Eliseo Madi Alvares para vice. A chapa pura investirá, no máximo, R$ 600 mil.

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Modesta

A quantia, porém, é bastante superior a de outro partido que também optou por não coligar-se. Trata-se do PHS, que lançou como candidato José Leme Filho e Vagner Mitsugui Amano para substituir Tuga Angerami e Renato Purini, respectivamente.

O projeto, no entanto, pode naufragar amanhã, quando a Justiça despachará uma petição encaminhada pela direção estadual do partido. A legenda diz que a ata e a convenção realizadas em Bauru estão irregulares porque a Comissão Provisória teria sido destituída.

Independentemente do problema, a campanha mais modesta será mesmo da coligação PSOL/PSTU Frente de Esquerda Socialista. Cada um dos partidos despenderá R$ 15 mil (no total R$ 30 mil) para elegerem Márcia Camargo e Paulo Sérgio Martins.

Diferentemente dos anos anteriores, o PCO não terá candidatos os principais cargos do Poder Executivo Municipal. Até 18h de ontem, não havia qualquer registro no 23.º cartório eleitoral, onde o movimento já estava tranqüilo. Portanto, o montante final apresentado como limite foi de R$ 22.480 milhões. Conforme o JC divulgou, a partir de hoje a legislação eleitoral permite aos candidatos realizar campanha nas ruas, sem prejuízo da observação de restrições como a confecção e distribuição de bonés, brindes, camisetas e outros.