08 de julho de 2026
Turismo

Aruba

Eliane Barbosa
| Tempo de leitura: 2 min

O vôo da Avianca que parte diariamente às 8h30 do Aeroporto Internacional de Guarulhos (Cumbica) é tranqüilo. A viagem até Bogotá leva, em média, 5h30. De lá é só fazer uma rápida conexão com troca de aeronave para Aruba.

O vôo é superprocurado e, por isso, vive cheio, mas é uma festa, porque todos que estão em seus respectivos assentos mostram seu melhor sorriso com a expectativa de, em torno de 1h30, pousar naquele pequeno paraíso cercado de praias por todos os lados.

Aruba fica muito mais próxima da Venezuela do que da Colômbia, apenas 20 quilômetros, mas como a malha aérea via Caracas deixa a desejar, a melhor opção continua sendo por Bogotá, a terra de Uribe.

Por conta disso não esqueça de atualizar sua carteira de vacinação contra a febre amarela antes de comprar o pacote. Devido à conexão no aeroporto colombiano, superprotegido por militares, o carimbo é indispensável.

Aproveite o tempo de espera para ligar para o Brasil. É muito fácil e barato. Um minuto por US$ 1,25 nas cabines em frente às salas de embarque. Lá de Aruba a coisa fica complicada. Com sorte você também conseguirá, comprando cartão telefônico no aeroporto ou no comércio entre US$ 5 e US$ 10, que dura pouquíssimo. Do hotel, nem pensar. Um minuto é igual a US$ 12, mais taxas.

O aeroporto de Aruba é novo em folha. Limpíssimo e agradável. Fica próximo do centro de Oranjestad, com restaurantes, píer, marina, lojas e hotéis premiados, como o Reinassance, e a 15 quilômetros em média de Palm Beach, a praia das grandes redes de hospedagem – Marriot, Westin, Riu, Holyday, Hyatt ficam por lá.

Como o sol é permanece em Aruba, deixando as bagagens no quarto, o melhor é sair para terra firme. O calor, em torno de 28 graus, é mais que suportável por conta dos fortes ventos alísios, que são característica da pequena ilha.

São eles os responsáveis pelo cartão-postal mais festejado do lugar: as árvores divi-divi, inclinadas em ângulos de até 45ºC, retorcidas, que se espalham pelas praias e servem de guarda-sol natural para banhistas e de “esconderijo” para se namorar quando o sol se põe. Apenas com o mar e as estrelas como testemunha.