11 de julho de 2026
Economia & Negócios

‘Nova’ Casas Bahia espera faturar 20% mais

Marcelo de Souza
| Tempo de leitura: 3 min

Quem for à loja central das Casas Bahia, na quadra 6 da rua Primeiro de Agosto, vai perceber que as coisas mudaram muito na última semana. O local foi ampliado e o quadro de funcionários aumentou consideravelmente, mostrando que a empresa está confiante na prosperidade de Bauru e, conseqüentemente, tem boas expectativas para a nova unidade.

De acordo com o diretor regional de lojas, Wagner José de Souza, as dimensões anteriores da unidade eram consideradas pequenas para a população da cidade. Ele destaca que a ampliação da Casas Bahia se fez necessária porque o mix de produtos comercializados, principalmente de móveis, cresceu muito.

Como resultado, a loja passou a ter 2.800 metros quadrados e, apesar de ter contratado 40 novos funcionários, há possibilidade de empregar ainda mais pessoas para atender satisfatoriamente os clientes, já que há previsão de crescimento de público após as obras. “A expectativa é de aumentar o quadro, até porque, com essa ampliação não tivemos ainda noção do que vai ser o faturamento, mas acreditamos que deva ficar em torno de 20% ou mais”, destaca Souza.

O índice se baseia na projeção em torno do aumento do fluxo de clientes que devem passar pela unidade do Centro. Daí a proposta da diretoria regional de investir em treinamento. “Nossa intenção é trabalhar em cima de qualidade, atendimento. Isso é primordial. O diferencial hoje é esse”, destaca.

Souza afirma, ainda, que Bauru é uma cidade muito próspera e a expectativa da Casas Bahia na cidade é muito boa, porque a loja vem crescendo ano a ano e tem muito potencial para crescer ainda mais.

Surpresa

Além da loja central, o diretor regional da Casas Bahia comentou também sobre a unidade do Bauru Shopping, inaugurada em 2006. Segundo Souza, a avaliação é positiva desse período, no entanto, faz questão de enfatizar a surpresa em relação àquela unidade. “A loja vem em um crescente muito bom para nós, no quadro de funcionários, na qualidade de atendimento e, por ter duas lojas em Bauru, é sinal que é uma cidade próspera mesmo”, diz.

Apesar dos elogios ao desempenho da cidade em relação a outros municípios, Souza descarta, pelo menos por enquanto, a possibilidade de uma terceira loja da rede, seguindo a tendência da Capital - de manter lojas nos bairros mais periféricos, para atender a população. Em São Paulo, deve ser inaugurada em breve uma unidade na favela de Paraisópolis, uma das maiores da cidade.

De acordo com ele, a abertura de novas lojas é feita com bastante critério e muita análise. Para ele, atualmente as duas lojas existentes em Bauru - e já considerando a ampliação da unidade do Centro - são suficientes para atender a população. ”Mesmo porque a ampliação dobrou o tamanho da loja. Eram 1.400 metros quadrados e fomos para 2.800. Então, nós praticamente criamos mais uma loja no Centro. E hoje, para Bauru, duas lojas dão conta”, frisa.

Além disso, Souza destaca que o padrão da loja se tornou diferenciado com a ampliação. De acordo com ele, a Casas Bahia da Primeiro de Agosto pode ser comparada às melhores lojas da rede em São Paulo. “É praticamente uma loja de shopping no Centro. É como eu digo: algumas cidades realmente merecem”, enfatiza.

Para o gerente operacional da Casas Bahia do Centro, Murilo da Rocha Silva, a ampliação traz ainda mais responsabilidades para quem trabalha na loja, mas os benefícios serão inúmeros. Ele aponta que o volume de vendas também será maior, assim como o conforto que os clientes terão ao comprar. “As expectativas são as melhores possíveis”, destaca.