11 de julho de 2026
Economia & Negócios

Concorrente adquire Anheuser-Busch por US$ 52 milhões

Por Gabriel Ottoboni | Com Redação
| Tempo de leitura: 1 min

O mercado mundial conheceu na última terça-feira a maior cervejaria do mundo. Por cerca de US$ 52 bilhões (ou US$ 70 por ação), a companhia belgo-brasileira InBev fechou a compra da americana Anheuser-Busch, fabricante da Budweiser, uma das cervejas mais tradicionais daquele país.

A união das duas cervejarias, que provocou calafrios nos consumidores americanos, que vêem suas principais empresas sendo adquiridas por grupos estrangeiros, resultou em uma produção de 460 milhões de hectolitros, que foram vendidos no ano passado. A receita de ambas atingiu o montante de US$ 36,4 bilhões. O Grupo Schincariol não comentou o assunto.

Agora chamada Anheuser-Busch InBev, a estratégia da nova empresa é introduzir as marcas Budweiser e Bud Light para mercados emergentes. Dentre os principais acionistas, a Inbev tem os brasileiros Jorge Paulo Lemann, Beto Sicupira e Marcel Telles. O atual presidente-executivo, Carlos Brito, também é brasileiro.

Mais apreensiva com o negócio está a população americana, que enxerga a Budweiser, marca popular da Anheuser-Busch, como símbolo nacional tão importante como a águia. Os sindicatos locais temem o fechamento de vagas ou a transferência de postos de trabalho para outros países.

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) irá analisar o negócio.