07 de julho de 2026
Entrelinhas

Entrelinha

Da Redação
| Tempo de leitura: 3 min

• CNPJ no site

A coordenação de campanha de Caio Coube (PSDB) comentou a nota de um leitor que apontou que o site do candidato poderia estar irregular pelo fato de não informar o CNPJ de quem fez e o de quem mandou fazer. O tucano João Lourenço posicionou que a lei exige o cadastro apenas em material impresso e não no eletrônico e que no comitê eleitoral consta toda a documentação. Independentemente da questão, a equipe responsável incluiu as informações no sítio.

• Pé-de-valsa?

Mas nem só de dote operacional vive João Lourenço. Na sexta-feira, ao visitar sede do Clube da Terceira Idade, na Vila Independência, com Caio, Lourenço foi apresentado como exímio dançarino pelo colega Marcelo Graziani. Mas, para o lamento das distintas senhoras no salão de baile, Lourenço não estava com calçado apropriado para dar seus lances compassados, rejeitando o convite à dança. Que deselegante, João!

• Na Câmara

Após receber a visita de diretores do Sinserm, ontem, na Câmara, os vereadores resolveram marcar para hoje, a partir das 9h30, reunião para tratar da situação dos coveiros da Emdurb, demitidos sem o pagamento dos direitos trabalhistas. A coordenação será da Comissão de Obras, Serviços Públicos, Habitação e Transportes.

• Na tribuna

Em seu discurso na Câmara, Lima Júnior (PP) pregou que o eleitor vote em pessoas que não têm interesses pessoais e pediu a análise do currículo de cada um. Lima criticou os nomes que contam “com ficha suja”. Assim que ele concluiu, o presidente da Câmara, Paulo Madureira (PP), dirigiu-se a Lima de forma enérgica. O presidente deixou claro que a tribuna não é lugar para alusão à campanha.

• Crise da AHB

A reação técnica da direção da AHB ao pedido de informações da Câmara Municipa sobre a situação financeira da entidade não foi aceita pela Casa. A AHB indica que uma audiência pública sobre suas dívidas deveria se dar em nível nacional e não local. Os recursos da AHB são gastos aqui e suas dívidas interessam a esta comunidade. Quem é financiado por verba pública tem de conversar com o cidadão e a ele deve prestar contas, em todos os níveis.

• Apelo ao TRE

O vice-prefeito e candidato a vereador pelo PMDB Renato Purini teve de recorrer do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para buscar o deferimento ao registro de sua candidatura. É que a Justiça local não aceitou parte das informações prestadas por Purini, em razão de haver pendente um recurso em defesa das contas da Emdurb relativas a 2005, quando Renato presidia a empresa.

• Questão jurídica

A situação jurídica do caso de Renato Purini difere do caso relativo ao ex-prefeito Nilson Costa, que também teve seu registro rejeitado pela Justiça local. É que Purini discute, em recurso, ainda junto ao TCE, o apontamento em relação ao déficit orçamentário da Emdurb em 2005. Já Nilson Costa teve contas de sua gestão rejeitadas em julgamento pela Câmara, depois de não obter sucesso em recursos no TCE. Nilson precisaria obter liminar para suspender a decisão contra ele. Já as contas de Purini ainda não chegaram ao Judiciário.