• Prazo às partes
O juiz da 23ª Zona Eleitoral de Bauru, Enio Moz Godoy, publicou ontem despacho dando prazo de dois dias para as alegações finais do representante do Ministério Público Eleitoral e dos advogados na ação de investigação judicial eleitoral movida pelo PSB de Bauru contra o candidato a prefeito Caio Coube (PSDB).
• Até na terça-feira
O processo discute suposta propaganda antecipada de Caio. Como o final de semana não conta para o prazo, o MP e as partes têm até terça-feira. Nos depoimentos, os tucanos mencionaram que Coube levou equipe de TV para gravação de reunião em São Paulo, mas o material seria encaminhado ao partido, na época, e não à sua futura campanha.
• PSB perde tempo
O TRE cassou 20 minutos do tempo destinado à propaganda partidária reservado ao PSB, na forma de inserções estaduais em rádio e televisão, por violação à legislação eleitoral. A perda do tempo deve ocorrer nos próximos semestres em que houver inserções até o cumprimento integral dos 20 minutos. Esse tipo de propaganda somente voltará a ser veiculada em 2009.
• ‘Interesses pessoais’
Conforme a decisão, o PSB fez uso irregular do horário de propaganda político-partidária gratuita. O juiz relator afirmou que o partido realizou defesa de interesse pessoal do filiado Vinícius Almeida Camarinha e contra-propaganda de José Ursílio de Souza e Silva, ambos de Marília. Segundo o juiz, o programa limitou-se “ao ataque direto a um pretenso candidato no próximo pleito municipal”.
• Proposta ao prefeito
A vereadora Majô Jandreice (PC do B) encaminhou documento ao Poder Executivo solicitando a realização de estudos para o revezamento do pessoal de apoio das unidades educacionais do município. O mesmo procedimento foi feito com os professores durante o período de recesso escolar.
• Abertura de comitê
O PC do B e o PSB, partidos que integram a aliança “Bauru de todos”, inauguram hoje um comitê unificado, às 10 horas, com as presenças dos candidatos majoritários Rodrigo Agostinho (PMDB) e Estela Almagro (PT) e seus candidatos a vereador.
• Visita à cozinha
Quem quiser conhecer um pouco da situação do Hospital de Base (HB) precisa visitar alguns departamentos, como a cozinha, e verificar também reclamações de procedimentos em outras áreas, como na lavanderia. A discussão sobre a crise financeira da AHB abre oportunidade para a discussão de outras questões estruturais nas unidades hospitalares.
• Demanda represada
A DRS-6 agora prefere não comentar a ação civil pública protocolada pela Promotoria contra a falta de condições de atendimento à demanda de mais de 4.000 consultas em especialidadades, mas a mesma Direção Regional já confirmou o represamento em algumas áreas recentemente, em entrevista.
• Revisão do pacto
Afinal, o pacto de gestão no atendimento não deve levar em conta a demanda e as especialidades registradas nos hospitais? Por qual razão a DRS-6 não define uma revisão na planilha de procedimentos, exigindo atendimentos nas especialidades que os pacientes precisam e não, necessariamente, nos procedimentos que interessam, em alguns casos, ao gestor hospitalar?