Às vesperas de toda eleição, na maioria das vezes concentramos nossa atenção para as qualidades pessoais do indivíduo e/ou do grupo postulante e não atentamos para a plataforma administrativa e ideológica que está conduzindo aquele indivíduo e/ou grupo ao posto almejado. Este comportamento é típico de quem, como nós brasileiros, tem uma democracia incipiente que vem sendo formada por sucessivos momentos de euforia e frustações, e ainda carente de um espírito de cidadania irradiando por toda a sociedade brasileira.
Em toda a eleição que fazemos parte como agente ativo ou passivo do processo, nossa obrigação - como cidadão - é exigirmos de todos os postulantes que suas idéias, comportamentos e ações, em prol da comunidade por esta eleição, sejam apresentadas para depurarmos a consistência da plataforma e capacidade do postulante em conseguir atingir as metas propostas. Exemplificando: se um cidadão postula a administração da municipalidade (prefeito ou vereador), não votar nele porque é nosso amigo, mora no nosso bairro ou nos vai arranjar um posto na prefeitura. Devemos votar nele se tiver algo a acrescentar à nossa cidade, se propuser atos e idéias que irão melhorá-la, se ele não temer elogiar as obras benéficas, mesmo que feitas pelo seu oponente, ter fé, ética e Deus no seu coração, e sensibilidade espiritual para servir a comunidade como um todo. Pois aí encontramos um homem público que devemos votar e apoiá-lo. O resto é marketing político, somente cabível em uma época ausente de bandeiras sociais e uma sociedade politicamente gersiana como a que vivemos. Por isto, e por todo o desmando e abandono que esta a nossa cidade nestes quatro anos, sem um prefeito ativo, desinteressado na boa condução da nossa cidade, não podemos mais errar.
Chega de sofrimento, vamos escolher no dia 5 de outubro, dentre todos os candidatos que estão postulando o cargo de prefeito, vamos votar naquele que é moderno, transparente, que fará uma administração ética, moralizadora, que priorize a educação, a cultura, a saúde, valoriza a criança e o idoso, sem se esquecer do incentivo ao crescimento industrial, comercial e de serviços, gerando e criando empregos para os jovens e desonerando a população das taxas inconstitucionais, com custos desnecessários, sem abrir mão de investimento de melhorias, e que aglutine idéias e atos que levam Bauru ao lugar em que ela deve estar no Brasil.
Joaquim Costa - Joaquinzinho - o amigo da criança