• O voto de bicicleta
O Partido Verde (PV) continua lançando formas alternativas de participar da campanha eleitoral. O PV marcou para este domingo o início do programa de governo para as ciclovias, conforme o previsto no Plano Diretor. Para tanto, os verdes marcaram um passeio ciclístico, às 9 horas, com saída na quadra 18 da avenida Getúlio Vargas, na Praça Copaíba, e chegada na Rui Barbosa.
• Raul também vai!
O candidato a prefeito pelo PV, Clodoaldo Gazzetta, garantiu ontem que vai pedalar amanhã. Segundo ele, até o presidente do partido, o oftalmologista Raul Gonçalves de Paula, que já acumula funções extras nesta campanha, como cinegrafista, motorista etc, está providenciando sua bike para participar do passeio. O plano de governo do PV aponta a meta ambiciosa de instalar 30 quilômetros de ciclovias urbanas.
• Que bases são essas?
A repetição do programa eleitoral de TV, ontem à noite, por Rodrigo Agostinho (PMDB) é um indicativo que vai além da nítida falta de fôlego operacional neste momento da campanha. Nos bastidores, a dúvida que se levanta e que será investigada é: em que bases a candidatura do peemedebista formalizou a contratação da produção televisiva. Eleição não é contrato de risco. Pode haver fogo abaixo desta fumaça...
• Sentença judicial
A juíza da 1.ª Vara da Fazenda Pública de Bauru, Regina Aparecida Caro Gonçalves, julgou nulo os contratos firmados pelo ex-prefeito Antonio Izzo Filho para serviços de transporte de alunos e servidores, entre 1997 e 1998. A Justiça apontou irregularidade na ausência de licitação para as contratações firmadas com as empresas Pérola Turismo e Bariri Tur.
• Serviços prestados
No caso do transporte de servidores, Izzo justifica que na época houve alteração no Código de Trânsito, além de a prefeitura sofrer reclamação por parte do Sinserm, em razão dos funcionários serem levados aos locais de trabalho através de caminhões. O contrato permitiu o translado em ônibus. A medida não impõe sanções por improbidade ao ex-prefeito, em razão da ação ser de natureza popular.
• 15 minutos de trégua
Projeto de lei apresentado pelo vereador Benedito da Silva (PSDB) para que haja tolerância de 15 minutos no tempo utilizado na área azul recebeu parecer contrário da Consultoria Jurídica da Câmara por vício de iniciativa e não deve ser aprovado no Legislativo. Mesmo assim, a matéria pode suscitar discussões. Há vereador que defende o teor da proposta. Outros falam na possibilidade de uso do local por pouco tempo sem pagamento da taxa de zona azul.
• Limites da tolerância
De certa forma, a discussão sobre a tolerância para o estacionamento rotativo faz lembrar a história da lei seca. Parte da polêmica contra a norma que proíbe o motorista de dirigir após ter ingerido bebida alcoólica recaiu sobre o nível de sua aplicação. A discussão derivou para a polêmica em torno de quem bebe um copo ou uma garrafa de cerveja. A ferro e fogo, bebeu não pode dirigir. No caso da zona azul, se o usuário não adquiriu cartão, fica difícil discutir tolerância.