11 de julho de 2026
Esportes

Para Nuzman, recorde de finais mostra evolução do esporte brasileiro

Por Folhapress | Gazeta Press
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Foi com uma queda de rendimento em relação a Atenas que o Brasil encerrou sua participação nos Jogos de Pequim. Dizem que os números não mentem, mas interpretações diferentes das realizadas pela maioria podem chegar a resultados diferentes. Embora o Brasil tenha conquistado em Pequim-2008 duas medalhas de ouro a menos que Atenas-2004 (cinco a três), e o somatório total de 15 pódios seja exatamente igual ao de Atlanta-1996, o ano em que Carlos Arthur Nuzman assumiu a presidência do COB. Na época, ele prometeu transformar o Brasil em potência olímpica em oito anos. Lá se vão 12 anos e o País continua sendo coadjuvante.

Nuzman, argumentou que o recorde de 38 finais disputadas levou ao país ao melhor desempenho de sua história em Jogos Olímpicos. Garantindo que o desempenho de uma delegação nas Olimpíadas não pode ser medido apenas pelo número de conquistas, Nuzman ressaltou três recordes na história brasileira para garantir que “tivemos a melhor participação na história”: o número de atletas na competição (277), a quantidade de mulheres (133) e a quantia de modalidades disputadas (32). “É mais um passo no processo de evolução do esporte brasileiro”, assegurou.

Na seqüência, o dirigente vibrou com as três medalhas de ouro inéditas conquistadas em solo chinês (as primeiras da natação com César Cielo, do atletismo feminino com Maurren Maggi e do vôlei feminino de quadra) e com as 38 finais alcançadas, contra 30 de Atenas-2004, e 22 tanto em Sydney-2000 como em Atlanta-1996. “Conquistamos três ouros inéditos e fizemos o maior número de finais de toda a nossa participação olímpica.”