09 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Novelas x sociedade


| Tempo de leitura: 2 min

Venho através desta coluna formadora de opinião manifestar minha indignação à apologia, destruição de valores, que hoje estão bem esquecidos, família (base do projeto de Deus), amizade, amor e tantos outros valores que ouço meus pais e avós falarem que um dia já existiram, ou seja, agora só estão na memória destes nossos familiares que tentaram, em muitos casos, assim como no meu, e conseguiram pelo menos me ensinar a diferença entre o bem e o mal. E principalmente a grande verdade: “o que se planta, se colhe”.

Logicamente, não assisto novelas, sejam elas quais forem. Porém, sou alguém que fica com o controle remoto na mão e não pára. E esses dias, após terminar o JN, não pude trocar o canal, pois estava fazendo o jantar. E como não sou surdo, tive o desprazer de ouvir falas desta novela, a tal da Favorita, e nunca vi tamanha quantidade de humilhações, xingamentos pesados, mostra de um sistema carcerário que, por se tratar de algo “fictício”, retrata por cima como anda este sistema que, na minha opinião, deve estar pior do que aquilo, mas retrata algo em que se tornarão as pessoas que lá “caem”.

A Bíblia diz: “A boca fala do que está cheio o coração”. Dá para ver do que hoje estão cheios os corações humanos (se é que ainda somos humanos). Não estou escrevendo para passar uma imagem de bom moço, pois também sou repleto de falhas, mas se as pessoas continuarem a encher suas mentes de palavras torpes, humilhações, vinganças, adultérios, vontade de matar e de acabar uns com os outros, como é mostrado em tal novela, só me leva a crer que essas sementes do mal um dia brotarão. Que Deus livre nossas mentes deste mal tão acessível em canais televisivos, pois nosso filhos estão absorvendo tudo isso e o resultado eu ja citei: “o que se planta, se colhe”.

Vamos tentar mudar nossas sementes de ódio adubadas com raiva e trocá-las por semente de amor adubadas com carinho. E o resultado é este: Deus nunca falha.

Juliano Augusto Pinto - 32 anos, pai de uma menina de 1 ano e 5 meses