09 de julho de 2026
Nacional

‘Almanaque’ ensina sem ser enfadonho

Folhapress
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“Almanaque Educação” começa com um telejornal, no qual o apresentador lê em cartazes, que fazem as vezes de um telepronter, o significado da palavra “almanaque”, de origem árabe: um local de pouso para caravanas onde, durante a noite, se ouviam histórias e se sabia das novidades.

Mas um dos seus espectadores tem o programa interrompido quando um colega muda bruscamente de canal. “Você não tem educação?”, reclama.

Gancho para assistirmos a um breve retrospecto da educação brasileira, desde a época dos jesuítas. Dali, visitaremos o Memorial da Educação.

Com uma edição ágil, linguagem lúdica e viés informativo, a Cultura estréia hoje o “Almanaque Educação”, às 19h30. O programa é apresentado por uma trupe de cinco personagens -Azeitona, Dorinha, Suspiro, Chumbinho e Guri-, que procuram ensinar de uma maneira bem humorada, seguindo a cartilha da Cultura.

A cada edição, a trupe se debruçará sobre temas como consumo, sustentabilidade e mudanças na língua portuguesa. O programa de estréia, que trata de educação, traz uma reportagem sobre o comprometimento de mães com a instrução dos filhos. Já Antônio Nóbrega dá um testemunho sobre o papel da educação na sua vida.