11 de julho de 2026
Esportes

Paraolimpíadas: Brasil faz melhor campanha da história ao ganhar 47 medalhas

Folhapress
| Tempo de leitura: 1 min

O Brasil realizou sua melhor campanha na história da Paraolímpiada embalado por um volume inédito de recursos. Além do primeiro ciclo paraolímpico completo com verbas da Lei Piva, o Comitê Paraolímpico Brasileiro contou com o patrocínio da Caixa Econômica Federal para se preparar para Pequim-2008. Com recorde de atletas (188 contra 89 de Atenas-04), o Brasil terminou os Jogos chineses em nono lugar no quadro de medalhas, com 47 pódios (16 ouros, 14 pratas e 17 bronzes).

Em relação a Atenas-2004, até então a melhor participação brasileira na competição, houve uma melhora na quantidade de ouros (16 contra 14) e de medalhas (47 contra 33). A distribuição de pódios também foi mais pulverizada. Em Atenas, o Brasil conquistou suas medalhas em cinco modalidades: atletismo, futebol de 5, futebol de 7, judô e natação.

Em Pequim, o País subiu ao pódio em natação, atletismo, judô, bocha, hipismo, remo, tênis de mesa e futebol de cinco. O volume investido para a Paraolimpíada de Pequim subiu para cerca de R$ 57 milhões (R$ 44,8 milhões da Lei Piva e R$ 12 milhões do patrocínio) até junho do ano passado. Com este dinheiro, foi montado um programa de alto rendimento, com 16 atletas e três guias.

Último ouro

O último ouro do Brasil em Pequim veio após a vitória por 2 a 1 sobre os anfitriões no futebol de 5 (para deficientes visuais). O Brasil, que buscava o bicampeonato, tomou o gol no primeiro tempo e empatou logo no início da segunda etapa. O gol do título, marcado por Marcos, aconteceu somente no último minuto de jogo. A outra medalha do último dia do Brasil veio com Tito Sena, da classe T46 (amputados), na maratona. Ele ficou com a prata ao completar a prova em 2h30min49.