Islamabad - Um pequeno e desconhecido grupo islâmico chamado Fedayeen Islã reivindicou a autoria do atentado ao hotel Marriott de Islamabad que matou ao menos 53 pessoas e deixou 266 feridas, no sábado, de acordo com informações veiculadas ontem pela TV Al Arabiya.
De acordo com o governo paquistanês, o atentado ao Marriott foi o maior da história do país. Conforme a TV, um integrante do grupo - que nunca havia reivindicado um ataque antes - telefonou para um correspondente da emissora em Islamabad e reproduziu uma gravação na qual um porta-voz comunicou uma lista de exigências. Entre elas está a de que o país pare de colaborar com os Estados Unidos no combate ao terrorismo.
Um alto funcionário do Ministério do Interior, Rehman Malik, disse que o presidente Zardari e o primeiro-ministro Yosuf Raza Gilani iriam jantar no Marriott no momento do atentado, mas cancelaram o plano de última hora.
Invasão americana
Dois helicópteros americanos vindos do Afeganistão tentaram atravessar a fronteira do Paquistão, mas voltaram depois que paquistaneses atiraram para o alto em sinal de advertência.