PORTUGUESA TEM PRIMEIRA DECISÃO
A Portuguesa terá 11 decisões, começando pelo Vitória. Mas essa dura luta da Lusa, como vocês sabem, não é mirando um título ou uma boa colocação, e sim, contra sua volta para a Série B. O empate diante do Santos, domingo na Vila, animou a Portuguesa, que ainda ocupa a zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. O time comandado pelo técnico Estevam Soares precisa ganhar todos os jogos restantes no Canindé, e beliscar pontos fora de casa, a partir do jogo de hoje. Ganhando sete pontos em três partidas, se afasta da zona de perigo, e, se depender do retrospecto, não perde esta noite, em Salvador. Há seis anos, a equipe rubro-verde não é batida pelo Vitória no Barradão. Sua última derrota no campo do rubro-negro baiano foi no Brasileirão de 2002. Na oportunidade, o Vitória ganhou de 4 a 3, mas de lá para cá, foram mais dois jogos e nada de derrota do time paulista. Em 2005, os dois clubes estavam na Série B e ficaram no empate por 3 a 3. Já em 2007, ano do acesso para ambos, a Lusa saiu-se bem no Barradão, vencendo por 3 a 2. Só que atualmente, o Vitória está melhor, pois é o décimo-colocado, com 40 pontos, enquanto a Portuguesa está em décimo-sétimo, com 27.
PERTO DO FIM
Além do grande risco de disputar a Série B no próximo ano, o Fluminense pode perder a Unimed, uma parceira que vem desde 2002, quando Romário foi para as Laranjeiras. De lá pra cá, a Unimed ajudou o Fluminense a vencer um Campeonato Carioca (2005) e uma Copa do Brasil (2007), além do vice-campeonato da Libertadores deste ano.
SANTIDADE
Depois do lance que causou a dispensa de Éder e a punição a outros jogadores, o técnico Muricy Ramalho explicou que no São Paulo não há baladeiros. Conta outra, comandante. Bobagem ficar tentando esconder que pisou na bola. Tipo assim: - Já bateu o carro? - Não. - Já teve gonorréia? - Não. E aí por diante. Uma questão de transparência e personalidade.
SEGUNDONA
Duas zebras terça-feira, pelo Brasileiro da Série B. O Paraná venceu o Vila Nova, em Goiânia, enquanto o São Caetano ganhou o duelo paulista contra o Barueri, na Grande São Paulo. O Vila ainda não tinha perdido em casa. Vinha de 11 vitórias e três empates, além de uma série de sete vitórias seguidas. Mesmo perdendo, o clube de maior torcida em Goiás segue na vice-liderança, com 11 pontos atrás do Corinthians. O Barueri desperdiçou os fatores campo e torcida, perdendo de virada para o Azulão. Perdeu a chance de subir ainda mais na tabela de classificação, mas ainda continua em quarto lugar. O G-4 é completado pelo Avaí. O Bragantino sofreu a terceira derrota seguida, desta vez para o Brasiliense, e permanece em sexto. Melhor para o time do ex-Senador Luiz Estevão, que deixou a zona de rebaixamento. Os quatro últimos são Fortaleza, Criciúma, Marília e CRB, este, já rebaixado.
CAMISA
O presidente Hugo Chaves, da Venezuela, ganhou em Manaus, uma camisa do Corinthians, personalizada com seu nome. Nas costas o número 10, de Morais. O Timão se esforça para ter um marketing igual o do São Paulo, que é tido e havido como de primeiro mundo.
OUTRA PRAIA
A Copa Sul-Americana não é a nossa praia. Nenhum brasileiro ganhou essa competição. Terça-feira, o Brasil perdeu mais um representante, pois o Atlético Paranaense, que também vai mal no Brasileirão, foi eliminado do torneio continental, ao ser derrotado pelo mexicano Chivas, em plena Arena da Baixada.
INCHANDO
Enquanto a capacidade dos estádios do País está diminuindo, em virtude de melhoramentos e medidas de segurança, a do Marrentão está aumentando, e com isso, o Duque de Caxias pode receber jogos do octogonal final do Brasileiro da Série C. O estádio da Baixada Fluminense passa a ter capacidade para 10 mil pessoas, um aumento de seis mil lugares, que já existiam mas não estavam sendo ocupados por medidas de segurança, impostas pelo Corpo de Bombeiros. É a força do futebol do Rio na CBF.
CARTA BRANCA
Luiz Carlos Martins fará as indicações de todos os jogadores que serão contratados pelo Noroeste para o Paulistão de 2009. O treinador inicia suas observações sábado, acompanhando o Brasileiro da Série B. Na Série C deste ano, ele indicou quatro, do elenco de quase 40 atletas.
CRISE NA CESTA
Nem o basquete escapa da crise financeira que vem abalando os Estados Unidos e pode abalar muitos países. A NBA, que era o sonho de qualquer atleta do mundo, do esporte da cesta, não é mais aquela. Nos meses de agosto e setembro, muitos jogadores deixaram a liga de basquete profissional dos EUA, considerada a melhor do planeta, para jogar em equipes da Europa.
MEMÓRIA
Campeonato Paulista de 1985: Noroeste 1 x 0 Portuguesa, em Bauru, gol de Mauro (contra). Árbitro: Joel Teixeira Caires. Público pagante: 5.145. Noroeste: Alexandre; Valter Nascimento, Jorge Fernandes, Carlos Alberto e Ferreira (Sidnei); Murilo (César), Eudes e Washington; Amauri, Osmair e Paulo Roberto. Técnico: Zé Rubens. Portuguesa: Serginho; César, Mauro Ramos, Eduardo e Albéris; Célio, Edu Marangon e Toninho; Toquinho (Luís Miller), Jones e Esquerdinha (Jorginho). Técnico: Jair Picerni.
AQUELE ABRAÇO
Alô alô Heraldo Bernardo e demais integrantes da banda Stage: aquele abraço. Alô Luiz Maffei, garçom internacional do Jeribá, e grupo Noz Moscada - Gordo, Binha, Tomas, Vítor, Renata e Borracha. E boa noitada de chorinho.