09 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Sistema penitenciário


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Depois de algum período de anonimato, retorno à este espaço democrático de nosso informativo para apresentar minha insatisfação acerca de um fato absurdo ocorrido na cidade vizinha de Marília, onde os presos, por meio de seus telefones celulares fazem o que querem. Fato que aliás nem deveria existir nas cadeias e caso exista que nem sequer desse sinal, pois gente de bem que compra os aparelhos parceladamente, paga-os em muitíssimas parcelas, várias vezes tem inúmeros problemas com relação ao seu funcionamento, porém, com os presidiários, que deveriam ter acesso impedido ao mundo exterior , tem livre acesso ao mesmo fazendo uso de um meio que só deveria ser permitido quando saíssem da prisão.

Isto mesmo, estão presos, restritos ao convívio único e exclusivo da prisão, e que o único direito é o de permanecerem presos e de preferência trabalhando para impedir que nós, cidadãos livres, honestos, possamos viver tranqüilamente sem nos preocupar com o trânsito de drogas e armas livremente e sem que tenhamos de, mediante esta acachapante carga de impostos, sustentar os vagabundos que lá se encontram.

Atualmente, há vários tipos de serviços de entrega, os Disk-lanches, os Disk-Pizzas, os Disk-Peças Automotivas, e agora recentemente e de forma ilegal há o serviço de Disk-Droga, coordenado livremente pelos traficantes presos, que mesmo estando encarcerados têm muitas regalias, tais como visitas íntimas, saídas temporárias, “banhos de sol”.

Para concluir, mando dois recados: o primeiro é para que as secretarias de Segurança aumentem maciçamente a vigilância quando o preso dá entrada na prisão, pegue os pertences do preso, dentre eles o celular, ligue para a operadora e peça para bloquear o aparelho para que o mesmo fique impedido de ser usado pelo preso enquanto este estiver preso. E o segundo é que as operadoras bloqueiem os aparelhos automaticamente burlando a comunicação entre os mesmos e com o mundo externo. Chega de balburdia no sistema penitenciário! Paz para nós, cidadãos livres e de bem.

Rodrigo Cabello da Silva