09 de julho de 2026
Regional

Duas urnas quebram em Jaú e denúncia aponta campanha em seção eleitoral

Wagner Carvalho
| Tempo de leitura: 2 min

Quem optou votar no horário do almoço em Jaú fez boa escolha. Por volta das 12h, a movimentação de eleitores era pequena nos 26 locais de votação na cidade segundo Alice Zanin dos Santos, chefe do Cartório Eleitoral. Pela manhã, além da movimentação intensa de eleitores, duas urnas eletrônicas apresentaram problemas e tiveram de ser substituídas.

A urna da seção 193º na escola estadual Professora Carlota Meira Marsiglio apresentou problema e foi substituída pela Justiça Eleitoral. Na seqüência, outra urna instalada na seção 63º da escola Caetano Perlatti também teve de ser trocada. Ainda pela manhã, a Justiça Eleitoral recebeu uma denúncia da ocorrência de boca-de-urna feita por um candidato a vereador na escola estadual Professor Túlio Spindola de Castro. Por determinação do juiz eleitoral José Paulo Ruiz, o candidato foi retirado do local e a polícia estava investigando a denúncia.

Na escola municipal Dr. Padua Salles, a votação foi tranqüila. Pela manhã o candidato a prefeito Osvaldo Franceschi Júnior (PV) votou e aproveitou para cumprimentar alguns eleitores que estavam no local. Também passaram pelo colégio eleitoral o candidato à prefeitura pelo Partido dos Trabalhadores (PV) Rafael Lunardelli Agostini e Maria Heloiza Almeida Leite (PPS) que, mesmo não votando na escola, passaram para cumprimentar os eleitores.

Além deles, participara da disputa em Jaú outros três candidatos: Orlando Fregolente (PSB), Maurício Justino dos Santos (PSL) e Lindséia Domingos Baicaiacoa (PMN. Em Jaú estavam aptos a votar 89.486 eleitores nas 215 seções espalhadas pelos 26 locais de votação. Depois de Bauru com 233 mil eleitores, Jaú tem o maior colégio eleitoral da região com quase 90 mil eleitores.

Para Aparecida Spirandelli, diretora da escola Padua Salles, o movimento de eleitores deveria aumentar novamente no final da tarde. Mas como a votação era rápida em função de ser apenas para prefeito e vereador, ela não acreditava na ocorrência de filas.

Nobouru Yshikiriyama preferiu votar no horário do almoço apostando que não enfrentaria fila. Sem cola, o eleitor contou que votou rapidinho. “Cheguei aqui com o meu voto decidido”, disse. Gilson Longo e a esposa Simone também optaram por votar na hora do almoço. Com candidatos definidos, o casal condenou as ruas forradas de propaganda eleitoral. “É dinheiro jogado fora, só deixa a cidade mais feia”, opinam. Para eles, poucos eleitores chegam no local de votação sem saber em quem votar.